Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comNesta entrevista exclusiva, o presidente do Conar, Gilberto Leifert, faz uma síntese da conferência que apresentou, no dia anterior, 28 de maio, no grande auditório do V Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, participando da Comissão Liberdade de Expressão e Democracia
, coordenada por Dalton Pastore, presidente do ForCom, ao lado do
ministro Ayres Britto, presidente do Supremo Tribunal Federal, e de Roberto Civita, diretor editorial do Grupo Abril e editor de Veja.
"A propaganda sofre bullying de diversas maneiras, seja através do mau humor, do politicamente correto, seja através de ilegalidades, de manifestações feitas por anônimos em redes sociais, endereços eletrônicos fajutos, enfim, esse conjunto preocupante, se vier a ser bem sucedido, pode resultar em mais regulação do Estado sobre a atividade, ou seja, iniciativias de viés autoritário, frequentemente de fundo ideológico, podem gerar mais restrições à liberdade de criar, produzir e veicular anúncios", afirma Leifert.
"Os autores do bullying, adversários da liberdade de expressão comercial, tentam aniquilar determinadas categorias de produtos ao restringir a publicidade", acrescenta, salientando que os cidadãos, atualmente, têm um universo abundante de fontes de informação para se manterem bem informados sobre os assuntos de seu interesse de modo que possam tomar as melhores decisões sob sua própria responsablidade, em seu benefício e de seus familiares, consequentemente, seria um retrocesso que instituições chamassem para si esse poder de decisão, escondendo determinados e circunstanciais jogos de interesse por meio das restrições às liberdades de expressão.

"Os autores do bullying, adversários da liberdade de expressão comercial, tentam aniquilar determinadas categorias de produtos ao restringir a publicidade", argumenta Gilberto Leifert, presidente do Conar, salientando que os cidadãos, atualmente, têm um universo abundante de fontes de informação para se manterem bem informados sobre os assuntos de seu interesse de modo que possam tomar as melhores decisões sob sua própria responsablidade, em seu benefício e de seus familiares, consequentemente, seria um retrocesso que instituições chamassem para si esse poder de decisão, escondendo determinados e circunstanciais jogos de interesse por meio das restrições às liberdades de expressão.