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02/03/2010 21:30

HullaBoom no ataque

Rafael Sampaio
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Três profissionais de larga experiência no setor de comunicação (Adrianna Cury, Danilo S. Janjacomo e Margot C. Soliane) uniram-se a um jovem economista e empresário (Marcelo Haegenbeek) para lançar uma agência diferente, a Hullaboom, que se propõe a trabalhar com todas as plataformas e ferramentas de comunicação, mas com foco na criação e desenvolvimento de marcas e na utilização mercadológica do entretenimento e da mídia.

Com lançamento, muito adequado em um cinema, o Cine Bom Bril, a nova agência promete colocar seus primeiros trabalhos no ar muito em breve, para cientes já conquistados cujos nomes não foram revelados na coletiva realizada e outros que estão em fase de acerto final de contrato.

No vídeo gravado por Márcio Yamamoto com os quatro sócios é possível conferir um pouco mais da proposição da Hullaboom, nome invetando e que não tem significado pré-definido, como afirma Cury, ao explicar que “é território livre, aberto ao novo, focado em soluções e não em plataformas”.

Além de se dispor a fazer trabalhos em áreas como, entre outras, propaganda, marketing digital, promoção, ponto de venda, relações públicas e conteúdo, a nova agência pretende “vender” ideias, comportamentos, opiniões, mobilizações, produtos e serviços através do envolvimento, entretenimento e construção de reputações. Como viés de abordagem, propõe o emprego do entretenimento.

O formato da Hullaboom é de um pequeno time de profissionais fixos e um vasto network de colaboradores, sejam pessoas, sejam empresas, de diversos campos de especialização, utilizando a “caixa de ferramentas” mais adequada a cada caso.

Para os sócios da agência, as marcas, além de seus consumidores efetivos, possuem um conjunto público maior a sua volta, que são os simpatizantes da marca. Eles podem ser indicadores da marca ou seus usuários eventuais e são como sua caixa de ressonância. E eles podem ampliar o seu potencial de atuação, inclusive convertendo-se em novos consumidores. Sendo o entretenimento a grande linguagem capaz de mobilizar este público.

Como proposição de trabalho da agência, a ideia é a de que cliente não esteja presente apenas na hora de passar um briefing e aprovar o produto final. A Hullaboom acredita que para chegar num conteúdo relevante, as informações sobre a marca obtidas pelas pesquisas de mercado junto aos consumidores e concorrentes são apenas parte do trabalho. É preciso considerar o que se pode chamar de “inteligência corporativa da marca”.

Para tanto, ela criou uma metodologia própria, batizada de “brandset" e composta de três etapas que envolvem o cliente em todo o processo, de modo que se construa em conjunto um conteúdo final mais preciso, deixando a marca realmente pronta para entrar em cena.

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Ficha Técnica

Território livre na HullaBoom

Neste vídeo, gravado por Márcio Yamamoto, os quatro sócios revelam um pouco mais da proposição da Hullaboom, nome inventado e que não tem significado pré-definido, como afirma Cury, ao explicar que “é território livre, aberto ao novo, focado em soluções e não em plataformas”.

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