Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comA Coca-Cola Brasil, por meio do Instituto Coca-Cola Brasil, prepara-se para realizar a primeira Semana Otimismo que Transforma, ação onde, a cada produto vendido entre 18 e 24 de maio, 2,3 centavos serão revertidos a investimentos da entidade em projetos socioambientais.
A estratégia é realizada pelo segundo ano consecutivo, sendo que em 2007 era intitulada “Cada gota vale a pena”. Apesar do valor – que será retirado da comercialização de todos os produtos do portfolio da empresa no País, incluindo as marcas Mais, Del Valle e Matte Leão – parecer mínimo, o mesmo montante deu origem, no ano passado, a cerca de R$ 4 milhões, empregados em projetos como o “Reciclou, ganhou”, que apóia cooperativas de reciclagem; e o Programa de Valorização do Jovem, que combate a evasão escolar.
“Este ano nós ligamos o evento ao signo do otimismo, empregado mundialmente pela marca e sempre com grande presença no Brasil. O consumidor não paga nada a mais para participar e sabe que está ajudando diversas instituições”, conceitua Marco Simões, diretor-superintendente do Instituto Coca-Cola e diretor de comunicação da Coca-Cola Brasil.
O projeto será divulgado por meio de diversas parcerias, com a participação de empresas como Carrefour, CBD (do Grupo Pão de Açúcar), Wal Mart Brasil, Esso, Texaco, TAM, McDonald’s, Cinemark, Casa do Pão de Queijo e Subway. Além disso, uma campanha criada pela Ogilvy & Mather Brasil será veiculada nacionalmente, compreendendo comerciais, spots, anúncios, merchandising e mídia on-line – contendo banners, ações virais e um hotsite dentro do www.institutococacolabrasil.org.br.
As peças chamam a atenção para a ligação que o consumidor que participa da Semana Otimismo que Transforma tem com o auxílio às instituições ligadas às causas sociais e ambientais. “Acho que o Brasil precisava buscar um pouco deste otimismo perdido de uns anos para cá, e é isso que procuramos empregar nesta campanha”, enfatiza Sérgio Amado, presidente da Ogilvy & Mather Brasil, advertindo: “Uma empresa que não se preocupa hoje com a questão da sustentabilidade, com o meio ambiente e com o ser humano não deverá sobreviver por muito tempo”.
Por ter um cunho social, a compra de mídia foi negociada a valores especiais pela agência, que também realizou o trabalho pensando na necessidade de custos baixos. “Vamos até telefonar e enviar cartas de agradecimento aos veículos, que nos deram condições para que uma campanha fosse tão amplamente divulgada”, promete Amado. Quanto aos investimentos da Coca-Cola para a causa, Simões faz questão de explicar. “A verba para a divulgação de uma ação como esta não pode, por política da empresa, ultrapassar um terço do que pretendemos arrecadar para o Instituto Coca-Cola. Até porque, caso investíssemos mais na campanha do que iremos repassar à causa, nada faria sentido”, destaca o executivo.
