Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comFoi lançada na noite desta segunda-feira, 5 de novembro, a mais recente criação de Flávio Rezende, diretor nacional de mídia da DPZ. Porém, ao contrário do que se possa pensar, o executivo não auxiliou redatores ou diretores de arte em uma nova campanha. Desta vez, ele empregou seu talento no lançamento do livro Mary Jô Jô e o Capitão Pirilampo, dedicado ao público infantil. A obra traz como inspiração histórias ouvidas quando criança – na cidade mineira de Passa Vinte, onde nasceu –, juntamente com as contadas e, de certa forma, vividas junto à sua filha, parceira fundamental na composição de cada personagem.
O livro foi apresentado a amigos, parentes e diversos parceiros do mercado publicitário na Livraria da Vila, em São Paulo, onde cerca de 350 exemplares foram vendidos e autografados por Rezende em poucas horas. “Não esperava nem 1/12 do que está acontecendo aqui. Isso é uma resposta à alma e ao empenho dos que estiveram envolvidos no projeto”, declarou o autor, na noite de autógrafos, sem deixar de agradecer diretamente à Editora Fina Flor, à ilustradora Suzana Gasparian, à filha Mariana, à esposa e aos amigos.
Mary Jô Jô e o Capitão Pirilampo conta as aventuras dos dois personagens que, ao lado de companheiros como o macaco Trec Trec, o sapo Gueri-Glu e o Peixinho Colorido, se divertem nas terras do Sítio do Devaneio. Em outro núcleo da história, o conflito é gerado por criaturas vindas da Mata Espinhuda, como o Gavião de Bico Torto e o Tubarão do Nariz Vermelho, conduzidas pela Bruxa do Cipó Seco.
Após três horas de incessantes autógrafos, Flávio Rezende ainda tinha, à sua espera, cerca de 80 pessoas que circundavam o andar superior da livraria, em pé, com um ou mais livros nas mãos, esperando por uma dedicatória. Sem idéia de quantos já haviam sido vendidos, o executivo apenas se queixava, com enorme felicidade, da falta de controle nas mãos, conseqüência das centenas de movimentos repetitivos da caneta que empunhava. “Eu estou exausto, mas sentindo uma felicidade única. Posso ficar aqui até amanhã, e ainda vou tomar um uísque e fumar um charuto depois...”, confessou o contador de histórias, revelando ainda que a noitada seria esticada na companhia do Capitão Pirilampo, é claro.
