Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comA Skol dá continuidade à campanha do “Código redondo” com um novo filme, na verdade uma superprodução publicitária que surpreeende por fugir totalmente do lugar-comum da categoria de cervejas.
Neste roteiro, apresentado após o comercial teaser que inaugurou a série ao provocar a curiosidade do consumidor fazendo barulho em torno do código redondo, a marca dá a entender que o mistério terá seu fim e que, enfim, o público ficará sabendo tudo que até então permanecia na penumbra em relação à saborosa fórmula de Skol. No entanto...
Em clima de Idade Média, o comercial é protagonizado por Copérnico, "um dos maiores apaixonados pela arte de fabricar cerveja", acusado, pobre coitado, pela humanidade, de estabelecer um "novo paradigma" ao liquidar, definitivamente, com a boa imagem das cervejas quadradas, produzidas até o século XV. A história fictícia prossegue, envolvendo os caveleiros da Távola Redonda e/ou a Ordem dos Cavaleiros Templários, com invenções, perseguições e prazeres de degustação diante de um belo copo da bebida.
É claro que não faltam, no roteiro, alusões de todos os gêneros a teorias e objetos redondos, mas, quando um cavaleiro escondido debaixo de um capuz (quem será ele?) declara “e finalmente eu venho tornar público o segredo do código redondo; ele é...”, outro incógnito cavaleiro, muito mais violento e arrebatado pelo gostinho redondo de Skol, corta a língua dele sem dó. A mensagem termina com o bordão: “Código redondo. O segredo que só a Skol tem”.
A criação é, mais uma vez, da F/Nazca S&S, com produção da Margarida Flores e Filmes, que gravou o comercial no Uruguai, nas proximidades de um castelo na região de Carmela, para veiculação com versões de 60’’ e 30’’, em todo o território nacional.
Mais de 100 pessoas participaram das gravações, que, segundo a assessoria de imprensa da AmBev (a In Press Porter Novelle), também contabilizaram um número fantástico de figurinos: 300.
