Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comOs dois fatores fundamentais para que Claudio Borrelli conseguisse brilhar por trás das câmeras da publicidade brasileira foram o seu talento e uma sólida formação, que incluiu estudos de cinema na Universidade da Califórnia (Ucla). Morando na capital, Los Angeles, no fim dos anos 90, tornou-se membro do influente Director’s Network LA.
Decidido a voltar ao Brasil, foi contratado pela Companhia de Cinema, onde ficou até o ano passado, quando, ao lado da produtora-executiva Julia Tavares, abriu a Killers, pouco antes de um convite para que fizesse parte do time de diretores da premiada produtora nova-iorquina Hungry Man, num acordo que se encerrou no último mês de abril.“O que me entusiasma no trabalho atrás das câmeras é a possibilidade de explorar”, afirma Borrelli, que, mesmo convivendo com os curtos prazos vigentes no mercado publicitário — o que, segundo ele, é o pior problema enfrentado pelos diretores brasileiros —, foi incluído em 2004 na lista do S&S New Directors Showcase. No ano seguinte, faturou um Leão de Bronze em Cannes com o filme “Corridinha Matinal”, da F/Nazca S&S para Rainha System 3000.