28/01/2012 02:20VOCÊ ESTÁ CONECTADO A UM CAMPO DE BATALHA?Atualmente, a aparente paz e tranquilidade entre a maioria dos governos, estatais e até mesmo empresas privadas é realmente só na aparência. Hoje já estamos em guerra, uma ciberguerra, considerada uma evolução da guerra convencional, sendo travada em uma zona comum, onde todos estão conectados: a internet. Alguns governos já consideram esta zona um quinto domínio de guerra, sendo por mar, terra, ar e espaço e, hoje, a eletrônica. Quase todos os países já se preparam para batalhas em rede e criam políticas próprias, enquanto ainda não existe uma política internacional que propicie segurança jurídica e estabeleça regras de combate. Os Estados Unidos, por exemplo, já anunciaram sua estratégia de defesa a esta nova modalidade de guerra. Para eles, qualquer ataque vindo de outro país, que afete suas estruturas críticas, inclusive empresas de infraestrutura, e que cause prejuízos, destruição ou mortes, poderá ser considerado ato de guerra e será respondido como tal, podendo ser utilizada a força militar convencional.
ATAQUES SILENCIOSOS E SEM IDENTIDADE GERAM, ALÉM DA MALDADE EM SI, MUITOS GRAUS DE DESCONFIANÇA ENTRE CIVIS, AUTORIDADES, EMPRESAS, ESTÁGIOS DE GOVERNABILIDADE, COMUNIDADES, DIFERENTES NACIONALIDADES. DÃO VITÓRIAS A LUTADORES QUE NÃO TÊM FACE SOB HOLOFOTES E JAMAIS ENTRAM PARA A HISTÓRIA. AS PROVAS CONCLUSIVAS? SOB OS ESCOMBROS DE VIDAS DESTRUÍDAS
Até há alguns anos, o mundo se deparava apenas com guerras armamentistas entre países. Hoje, o mundo se depara com guerras originárias de pequenos grupos, que aproveitam o baixo custo de uma ciberguerra e seu enorme potencial de desastre para desenvolverem ataques em grande escala. Os três grandes motivos para a escolha por esta modalidade de guerra podem ser considerados pela facilidade de espionagem, por ser um ataque silencioso e sem identidade; por motivos políticos ou por terrorismo, no intuito de trazer prejuízos, impactos e danos a infraestrutura. Como alvo podemos incluir, além de governos, todas as grandes empresas, como companhias de energia, transportes, empresas financeiras e de telecomunicações, entre outras.
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22/12/2011 01:01FAMÍLIA MUDA E VENDE TUDOE já dizia a música de uma famosa banda de rock brasileira: “Desde os primórdios, até hoje em dia, o homem ainda faz o que o macaco fazia”. Pois bem, certas coisas realmente nunca mudam. Passam de pai para filho. E assim, sucessivamente, como um legado ou um ciclo eterno. Certos jargões exemplificam atitudes que por mais incríveis que sejam ainda acontecem nas melhores famílias.
EXPLICA ELE OU EXPLICO EU? ORA, ORA, TODO BOM FILHO (E O MAL.AL.AL.AL?) À CASA TORNA, ANTES OU DEPOIS DA HORA, COM OU SEM FRONTEIRAS, MAIS RÁPIDO NA TERRA DOS SEM TRINCO E SEM TRINCHEIRA DA WEB, ONDE NENHUMA RUA FICA SEM SAÍDA, MESMO QUE INGRATAS SEJAM AS QUALIDADES DA AVENIDA
Um exemplo que se aplica ao nosso atual envolvimento tecnológico é aquele: “Família muda e vende tudo”. Um jargão antigo que continua a propagar. Mas, e a tecnologia, onde entra? Onde, onde entra?, perguntou eu. Em praticamente tudo! Excelente resposta, respondo eu. Não entendeu? Excelente, mas não, de fato, não entendi. Explicarei. Fique à vontade. Faz de conta que a casa e a família são tuas, e vá tentando explicar...
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