Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comA Veja, terceira maior revista de informação semanal do mundo, circulará nacionalmente a partir do dia 24 de dezembro com a primeira edição a considerar questões específicas de sustentabilidade de sua história. Além de trazer a retrospectiva da última década, de 2000 a 2009, com os fatos mais relevantes deste período, a revista também abordará um pouco da evolução da chamada economia de baixo carbono esperada para 2010. Mas não será apenas no editorial que a Veja cuidará de aspectos de sustentabilidade: a sua produção gráfica, o papel e a tinta da capa da revista também mereceram esse cuidado.
Na retrospectiva, a edição especial será dividida em blocos. Em economia, os destaques serão as bolhas financeiras, a volta do protagonismo estatal, o derretimento do dólar, o fim de Wall Street e o debate sobre as perspectivas da economia de baixo carbono. Já no bloco de tecnologia, serão abordados assuntos como a vida nas redes sociais, a presença cada vez maior das chamadas tecnologias limpas, a reinvenção da indústria musical, o reino dos reality shows e o fim da privacidade. Já o bloco de ciências discutirá sobre o Big Bang e o apocalipse, a eutanásia, alimentos orgânicos, capacidade energética e energias alternativas e a vacina anti-HPV. Para finalizar, o bloco de sociedade e comportamento trará reportagens completas sobre o temido terrorismo islâmico, os constantes massacres em escolas e a percepção da sociedade sobre a chegada definitiva da sustentabilidade ao cotidiano das pessoas.
Acompanhando a retrospectiva, a edição antecipa os principais assuntos de interesse geral dos governos, empresas e pessoas do mundo inteiro para 2010, que promete ser uma espécie de marco zero de uma economia menos dependente do petróleo. A edição retratará as principais evoluções da nova economia, ilustradas com cases capazes de inspirar outras iniciativas no âmbito da sociedade.
Os principais destaques ambientais passarão por temas como Ad-tivismo, a combinação de publicidade (advertising) com o ativismo que junta empresas, clientes, fornecedores, poder público e ONGs em torno do objetivo comum de minimizar impactos ambientais e preservar para as futuras gerações; Board ativista, a chegada ao comando de uma geração de jovens acionistas está forçando as grandes empresas a mudar rapidamente seus princípios de operação e suas práticas; Go Green or go bust, abordando exemplos de grandes empresas que primeiro atrelaram suas missões a responsabilidade socioambiental; Limpeza geral, a luta das empresas poluidoras para repensar seus modelos organizacionais, modernizar seus processos, e recuperar danos ambientais e sociais produzidos no passado; Ecodesign, Ecoarquitetura e Desmaterialização, porque o desenvolvimento sustentável exige conexões, isto é, não pode ser feito por apenas uma parcela da sociedade nem se viabilizará pela conclusão de tarefas isoladas, ainda que estas tenham boas intenções; Investimento no futuro das empresas e de seus públicos, significando nada mais nada menos que a responsabilidade socioambiental deixou de ser contabilizada como custo e passou a integrar a estratégia de negócios.
Processo de produção certificado
Esta edição em que a Veja se engaja com sustentabilidade vem reforçar a comunicação da preocupação da própria Editora Abril com o tema. Um dos projetos da editora que conta com a participação do título semanal é o Planeta Sustentável.
No âmbito do Grupo Abril, há dois anos a editora têm se preparado para participar da aspiração da sociedade por um desenvolvimento sustentável. Nesse período foram inúmeras as ações realizadas pelas empresas do grupo e foi grande o aprendizado.
Especificamente falando, a Editora Abril, por meio de sua gráfica, obteve nesse período duas certificações relacionadas à origem do papel que utiliza: a PEFC – Programme for the Endorsement of Forest Certification e a FSC – Forest Stewardship Council. Elas são fornecidas por organizações internacionais estabelecidas e legitimadas. A certificação florestal, de maneira bem simples, estabelece garantias para que o papel utilizado nos mais diferentes processos de fabricação seja proveniente de florestas manejadas segundo critérios socioambientais internacionalmente aceitos.
Além da certificação relacionada à origem do papel, no processo de impressão offset, a Editora Abril passou a empregar tinta em que um dos componentes, de origem petroquímica, foi parcialmente substituído por soja, elemento de origem vegetal renovável. A gráfica da editora continua dialogando com seus fornecedores para que novos componentes sejam testados de modo que venham integrar o portfolio de novos insumos, compatíveis com a nova economia de baixo carbono.
Ainda no âmbito de sua gráfica, a Editora Abril desenvolveu e implementou um programa de produção limpa para engajar os funcionários na criação e adequação de processos que valorizem aspectos de sustentabilidade, previnam o desperdício e minimizem resíduos.
Cabe mencionar, neste momento, que o Grupo Abril é uma das 13 empresas fundadoras do GHG Protocol (Protocolo dos Gases de Efeito Estufa) no Brasil. Um compromisso público assumido pelo Grupo Abril, reconhecendo os impactos de suas atividades no meio ambiente. Ao aderir ao GHG, o Grupo Abril passa a mensurar suas emissões de gases de efeito estufa e, voluntariamente, se compromete a buscar soluções a curto, médio e longo prazos para minimizá-las e compensá-las, quando minimizar não for factível. Em 2009 o Grupo publicou seu primeiro inventário abrangendo 80% das suas emissões. Para 2010, esse primeiro inventário será ampliado e as ações de minimização de impactos, desenvolvidas por várias áreas da Abril dentro da metodologia da construção coletiva, serão aprofundadas.
Edição sustentável de Veja – Exclusividades
Para a edição especial de Veja, toda a tinta utilizada na capa terá soja como um dos seus componentes.
Outra importante novidade desta edição é o projeto piloto na composição da embalagem entregue aos 930 mil assinantes. Haverá a substituição de parte dos componentes de petróleo pelo amido de milho, matéria prima de fonte renovável, e que atende todos os requisitos para ser saco plástico biodegradável e compostável.
Todos estes cuidados tornam esta edição um marco na busca constante de adequação da revista às expectativas em torno de práticas sustentáveis. E para materializar esse intuito e promover o engajamento de seus parceiros, Veja contribuirá com a Fundação SOS Mata Atlântica no plantio de 50 mudas nativas a cada anúncio vendido nesta edição.
Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Gisele Centenaro.
Baixo carbonoAlém da certificação relacionada à origem do papel, no processo de impressão offset, a Editora Abril passou a empregar tinta em que um dos componentes, de origem petroquímica, foi parcialmente substituído por soja, elemento de origem vegetal renovável. A gráfica da editora continua dialogando com seus fornecedores para que novos componentes sejam testados de modo que venham integrar o portfolio de novos insumos, compatíveis com a nova economia de baixo carbono.