Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comA escassez de mão de obra é um problema que afeta, atualmente, empresas dos mais variados setores da economia. Independentemente da área de atuação, a busca por mão de obra qualificada está cada vez mais difícil, seja pela concorrência acirrada ou pela falta de capacitação dos profissionais disponíveis. Nas pequenas e médias empresas (PMEs), a realidade não é diferente. Representando mais de 98% das empresas em operação no Brasil, segundo dados do Sebrae-SP, as PMEs são responsáveis pelo maior fluxo de trabalhadores no País. Porém, são empresas que mais convivem com riscos de falência e desestruturação interna, principalmente pela alta competitividade e gestão ineficaz. Portanto, necessitam de pessoas comprometidas, motivadas e que façam a diferença na empresa e pela sua valorização no mercado.
Os pequenos e médios empresários precisam estar atentos à captação e manutenção desses profissionais. Os jovens, ou a geração Y, formam um grupo em maior número de pessoas disponíveis no mercado e de grande potencial para aprendizado e comprometimento. Mas, onde e como os procurar?
Essa geração pode ser facilmente localizada principalmente pelo acesso diário à internet, às notícias do mercado nacional e internacional, além de serem integrados em portais de empresas de recursos humanos, especializadas em recrutamento e seleção de pessoas.
Para os iniciantes, que buscam as grandes empresas, os programas de trainees e estágios são a porta de entrada para essas companhias. No entanto, o processo seletivo para estes programas é acirrado e exige muitíssimo do candidato, desde formação superior, conhecimento teórico, até o domínio de outros idiomas e outras especialidades.
Já nas PMEs, por serem em maior número, o grande chamariz é o formato de trabalho diferente. Enquanto em uma grande empresa o jovem pode se sentir frustrado por não conseguir criar, desenvolver e expressar sua opinião em projetos e ações diversos, dado ao formato dessas organizações, em uma pequena ou média ele pode ser convidado a inovar e a desenvolver os projetos que idealiza.
Em PMEs, dificilmente um colaborador teria o sentimento de ser apenas “um em um milhão”. Isso porque, neste tipo de organização, os funcionários trabalham mais próximos uns aos outros e o diálogo e a troca de ideias é algo natural. Nessas empresas há uma dinâmica entre os funcionários e a própria direção, sendo que todos podem dar e receber sugestões.
Esse é o grande diferencial de se trabalhar em PMEs: as oportunidades e a construção de relacionamentos são maiores. O trabalho pode ser discutido não apenas na área de sua responsabilidade, mas sim com qualquer profissional que esteja próximo. As PMEs se traduzem, na maioria dos casos, em oportunidade de vivenciar um ambiente menos hierarquizado, onde o profissional tem liberdade para expor ideias e, algumas vezes, mais oportunidades de crescimento.
Sobre a Acesso Digital
A Acesso Digital tem como missão popularizar a digitalização de documentos no Brasil. Com esse foco, a empresa desenvolveu uma solução específica, que une simplicidade de uso, segurança de armazenagem e custo acessível para empresas de diferentes setores e portes.
Classificada em terceiro lugar entre as 95 “Melhores Empresas para se Trabalhar em TI e Telecom do Brasil”, de acordo com o ranking anual elaborado pelo Great Place to Work Institute, publicado pela Computerworld, a Acesso Digital é comandada pelo jovem empreendedor Diego Torres Martins.
Atualmente, a Acesso Digital possui clientes do segmento de private label, concessão de crédito ao consumidor, bancos, concessionárias de veículos, contabilidade, recursos humanos, indústrias, entre outros.
Luciane Medeiros (ariane.cordeiro@notecomunicacao.com.br) é Consultora de Recursos Humanos responsável pelo recrutamento da Acesso Digital
Artigo encaminhado por Ariane Cordeiro (ariane.cordeiro@notecomunicacao.com.br), da Note! Assessoria de Comunicação.
Tem portas abertas, mas mané despreparado, sem noção e sem temperamento volta pro fim da filaPara os iniciantes, que buscam as grandes empresas, os programas de trainees e estágios são a porta de entrada para essas companhias. No entanto, o processo seletivo para estes programas é acirrado e exige muitíssimo do candidato, desde formação superior, conhecimento teórico, até o domínio de outros idiomas e outras especialidades.