Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comO ano de 2010 será de prosperidade para o setor imobiliário corporativo de alto padrão, segundo relatório da Colliers International. As projeções apontam que o número de imóveis desocupados atingirá patamares baixos; pequena oferta e demanda crescente irão ocasionar um suave aumento nos valores médios de locação.
Após um 2009 marcado por incertezas devido à crise econômica, o ano novo chega com boas expectativas no setor. Em São Paulo, os edifícios classificados A e A+ fecharam o ano passado com um estoque de 1.351.356m².
No assunto vacância, taxa de imóveis desocupados, 2009 começou com disponibilidade de 4,6% em relação ao estoque e encerrou com 8,4%, crescimento de 82% de áreas disponíveis durante os meses do ano. Este aumento deve-se pela crise que postergou a retomada da absorção de novas áreas e pela entrega de 93.324 m² de áreas úteis num ano marcado por tamanha dificuldade na economia. Já para 2010, a vacância deve alcançar patamares baixos, pois a disponibilidade atual, somada às entregas previstas, não suprirá com folga a demanda que está por vir.
Para este ano, com o crescimento de diversos setores da economia, vários ramos de atividade devem dividir a liderança na ocupação de novas áreas de escritórios. Em 2009, os setores que mais demandaram áreas foram: bancário, industrial, químico, farmacêutico, alimentício e de tecnologia.
Acompanhando o momento favorável, os valores dos imóveis corporativos de classe A e A+ devem sofrer um pequeno aumento nos preços médios de locação, ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, quando o valor médio fechou 2009 com o preço de R$ 92,14/m², registrando uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2008.
Sobre a Colliers International
A Colliers International é uma das líderes mundiais no setor de imóveis corporativos. A empresa possui 294 escritórios em 61 países e conta com mais de 12 mil profissionais. No Brasil, possui escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Liderança divididaPara este ano, com o crescimento de diversos setores da economia,
vários ramos de atividade devem dividir a liderança na ocupação de
novas áreas de escritórios. Em 2009, os setores que mais demandaram
áreas foram: bancário, industrial, químico, farmacêutico, alimentício e
de tecnologia.