Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comO instituto de pesquisas Qualibest (www.qualibest.com.br) acaba de finalizar uma pesquisa feita pela internet, entre junho e julho deste ano, com 2.975 pessoas, pertencentes às cinco regiões do País, para traçar um perfil do consumo de café. O estudo abordou a freqüência de compra e consumo do café, a preferência de granulação, o tipo de preparo e as marcas mais lembradas na hora da compra. Os dados da pesquisa revelaram que 71% dos brasileiros costumam comprar e consumir café, sendo que 68% o consomem diariamente.
A marca Pilão é, segundo o estudo, top of mind da categoria, com conhecimento espontâneo de 25%, sendo mencionada por 48% dos entrevistados. Em segundo lugar destaca-se a marca Nescafé, com 14%, seguida de Mellita, com 12%. Pilão é a marca mais associada à tradição, enquanto a marca Nescafé foi avaliada como aquela que mais investe em propaganda, além de ser a mais inovadora e, por isso, ter o preço mais elevado nos pontos-de-venda.
Com relação à pesagem, os pacotes de 500 g são os mais consumidos (60%) – as embalagens de 250 g são adquiridas por 23% da amostra. Por consumirem café em baixa quantidade, os moradores do Norte e do Nordeste são os que costumam comprar embalagens menores que os das demais regiões.
Somente 18% dos entrevistados disseram que não costumam comprar porém consomem – nesse grupo, os jovens entre 18 e 29 anos têm presença bastante significativa, totalizando 25% da amostra.
Dentre o total de entrevistados, apenas 6% disseram não comprar e não consumir café, alegando os mais variados motivos, entre eles: “não gosto de café” (58%), “faz mal para o meu organismo” (15%) e faz mal para a saúde (12%). Dos 11% que costuma tomar café de quatro a seis dias na semana, o fazem no trabalho. Mas o local favorito dos brasileiros para se tomar um cafezinho é a própria casa, citada por 89%. Em seguida, vem o ambiente de trabalho (61%) e outros 53% disseram consumir a bebida na casa de amigos e parentes. Cafeterias, bares, restaurantes e padarias tiveram um empate de 34%, seguidos dos shoppings centers, com 25%. O maior consumo se dá, segundo 84% dos entrevistados, no café da manhã.
A granulação favorita por 62% dos respondentes é o café em pó para coar. Cerca de 15% disseram não ter preferência e apenas 12% preferem o café solúvel em pó. Quanto ao preparo, 28% preferem o café filtrado em papel. O famoso “expresso” é a preferência de 23% dos brasileiros, porém, há àqueles que preferem o café à moda antiga, coado no filtro de pano (21%).
Supermercados e hipermercados são os locais de compra das embalagens de café preferidos de 97% dos entrevistados. Os mercadinhos são a opção de 36%, enquanto as padarias são a preferência de apenas 19%. Os três itens mais levados em consideração no ato da compra são a qualidade do café (61%), o sabor do café (58%) e o selo de qualidade de pureza dos grãos (44%). Os tipos de embalagens mais compradas são as de vácuo (44%), pacote e almofada (31%), sendo que somente 9% compram café em potes de vidro.
Dados da pesquisa
Coleta: questionário enviado via web, de auto-preenchimento
Amostra: Foram realizadas 2975 entrevistas, em todo o Brasil, com homens e mulheres, classes ABCD, com idade acima de 18 anos, cadastrados no Painel QualiBest
Campo: junho/julho de 2008
Sobre o instituto
Há oito anos no segmento de pesquisas de mercado via internet, o Instituto QualiBest já conta com mais de 70 mil usuários cadastrados em todo o País e oferece uma série de ferramentas que podem servir como subsídio para futuras reportagens, tais quais: pesquisas quantitativas, discussões digitais, painéis on-line, relatórios de e-commerce, entrevistas dirigidas sobre mercados específicos, testes de qualidade de sites, estudos sobre posicionamento e reposicionamento de marcas e imagens, além de testes e estudos sobre a eficácia de campanhas publicitárias.
Informações encaminhadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Gisele Centenaro.
Com farturaDe acordo com a investigação do Qualibest, os pacotes de 500 g de café são os mais consumidos (60%) no Brasil – as embalagens de 250 g são adquiridas por 23% da amostra. Por consumirem café em baixa quantidade, os moradores do Norte e do Nordeste são os que costumam comprar embalagens menores que os das demais regiões.