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  • AH! SE O PRESIDENTE OBAMA FOSSE CASADO COM GLÓRIA MARIA, QUE MARAVILHA SERIA VIVER... NO BRASIL / Comunicação30/01/2015 02:58 Por falar em shit, Matman, sem me referir a Petrobras, nem aos riscos para a economia brasileira, nos cenários interno e externo, decorrentes do “assalto” recém-revelado ao Tesouro Nacional, moro num conjunto de edifícios em São Paulo onde a falta d’água, aparentemente, não é problema. Não para os responsáveis pela limpeza de dois gigantescos pavilhões de garagens, onde surpreendentemente pousei meus saltos altos semana passada em chão molhado por lavagem completa sem dó nem piedade de governador e prefeito, quem dirá da vizinhança. Dá pra acreditar? Em contrapartida, desconfio que os envolvidos com a sindicância tem um tesão incontrolável – e inconsolável – pelo Corpo de Bombeiros do bairro, mas não são correspondidos. (Diga-se de passagem que os bombeiros são realmente bons e até eu tenho saudade de encontrá-los na pista de corrida livre do Parque da Independência, onde não tenho me permitido o prazer da suadinha matinal.) Por que? Lutam há anos por um alvará sem obtê-lo e, por ele, agora decidiram se jogar no escuro sem lata de guaraná na mão, dando este tiro: não tem mais lixeira posicionada em local construído especialmente para ela em cada andar dos edifícios para ser recolhido por funcionário contratado; teremos, agora, um “personal lixeiro”, que baterá em todos os apartamentos do edifício exatamente às 14:00, diariamente, para recolher o lixo separado em orgânico (sacos pretos) e reciclável (sacos amarelos), com a responsabilidade de levá-los para a garagem (caso ele bata na porta e ninguém atenda, tanto o saco preto como o amarelo ficam por conta do morador e da garagem). But, para a garagem? Sim. Ao lado dos elevadores sociais e de serviço. Em vez de caixas postais, vasos de flores, quadros, esculturas, por exemplo, estes senhores decidiram ser ao lado dos elevadores o melhor local para as lixeiras. Por enquanto, estão ali somente as placas indicativas, pois devem estar cotando o valor das lixeiras, no mesmo local onde serão encontrados os sacos de lixos amarelos por quem os precisar comprar. A coleta definitiva, naturalmente, não deverá ser feita pelos funcionários da Prefeitura, afinal, não temos no bairro coleta de lixo reciclável, porém, ouvi dizer que eles têm uma solução para isso, tipo alguém Vem Aí buscar... Os bombeiros? Claro que não. Hahaha... Leu até aqui? Isto está lhe cheirando bem? Ficarão, finalmente, os membros do Corpo de Bombeiros excitados com esta solução e, sob forte emoção, emitirão o tão desejado alvará? Não haverá mais perigo de bombas, com este auxílio precioso do "personal lixeiro", nem de explosões envolvendo gás, principalmente com a chegada de tantos estrangeiros para residir no nosso país?
    AH! SE MRS MICHELLE OBAMA FOSSE CASADA COM ANDERSON SILVA, QUE MARAVILHA SERIA VIVER... NOS ESTADOS UNIDOS
    Por falar em bombas, com todo respeito, não querendo puxar a sardinha pro Brasil, me entenda, por favor, Senhora Dilma, mesmo porque estamos com falta d’água e a coisa pode piorar, todavia, se a etiqueta continuar sendo assim desrespeitada – por falar em etiqueta, comprei um vestido nos EUA este mês e só descobri aqui no Brasil, ao ler a coisinha, que o tal foi costuradinho na Croácia... cara, 60% de desconto foi pouco!!! Retornando à etiqueta e à Senhora Dilma, sem a sardinha, e sem falar em caviar neste momento, óbvio, sugiro que o presidente Obama, assim que for possível, abra espaço em sua agenda para refletir sobre a possibilidade de se divorciar da Mrs Michelle Obama para se casar com a Srta. Glória Maria.

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  • SENTA, BONNER! / Mídia28/01/2015 14:19 Monalisa, Monalisa, Monalisa... Corre, Monalisa. Tem tanque de guerra fora de lugar. Mas hoje é dia de comemorar liberdades, por isso, não se prenda a sentimentos antigos. São R$ 118,8 milhões só para começar, senhores e senhoras? Ulala! Assim fica mais gostoso retornar das férias, toda depiladinha, como tem de ser, seguindo o padrão Globo de jornalismo, isto é, seguindo na cola dos de cima pelo Ibope. Oi? Assustou? Claro. Viram a ida e volta do William Bonner? Barbeada somente na volta, porém, das mais lisinhas e já na primeira bancada da temporada. Ai dele se Fátima Bernardes passar os dedos na face do bom moço e a maciez não estiver correspondendo à lisura com que tem de ser tratadas as notícias diárias. Por que jornalista mulher tem de se depilar todinha no fim das férias se só o buço dá pra conferir pela tela da TV? Hahaha.... Brincadeirinha. Cada Homeland tem sua própria opção no dia a dia e na noite a noite, mas vida de homem é ou não é mais fácil em todos os... campos? Senta, Bonner e, you know, take care.
    QUEM SABE DE NOVO NESSA MADRUGADA, DEPOIS DE MUITAS BUSCAS ALUCINADAS, OS TIMES DE REPORTAGENS CONSIGAM ADORMECER. VEM AÍ, VAI AÍ, VEM AÍ, VAI AÍ... VAMOS VER
    Tem peça em cartaz que continua fazendo sucesso em São Paulo. Solo do Marcelo Marrom: "Preto combina com tudo". Minha nova paixão em pretinhos básicos, vou segredar com todas as letras: Pantene Pro-V Expert Colletction Advanced Keratin Repair Hair. Não cortem, não, madames, seja por falta de tempo, de água ou de salão. Exceto se a necessidade for vender o rabão por grana. Daí a opção fica interessante, principalmente na hora da compra do material escolar. Kit completo, porque o after split end é fundamental. O resultado para seu cabelo vai ser tão bom como a reparação dada pelo presidente Obama e sua equipe na economia quase falida dos Estados Unidos. Tiro (ou tiros), sem mais quedas. Funcionou geral. Mas geral mesmo; e pra geral mesmo. Aliás. no esperado e tradicional discurso State of the Union, no Capitólio dos Estados Unidos, neste 20 de janeiro, a classe média norte-americana esteve em chamas ao ouvir o otimismo do seu presidente, sustentando por cifras, números e índices que não o deixam mentir. (Corroborados, obviamente, por David Cameron que acabara de visitar a pátria-irmã, onde conferira in loco as últimas novidades antes de qualquer outra pessoa do mundo – quer dizer, excetuem-se sempre, nestes dados, mesmo quando quem está no comando é o M16, os imbatíveis membros do Mossad.)
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  • TOUT EST PARDONNÉ? AFINAL SÃO 8, SÃO 80 OU FOI POR NÃO SABERMOS A RESPOSTA QUE FICAMOS COM 300? / Mídia16/01/2015 02:33 Entre um tiroteio e outro, David Cameron chega a Washington com tapete vermelho de boas-vindas estendido, como pontua a reportagem do The Independent, para falar com o presidente Obama, mas os canais de notícia da TV norte-americana ainda estão mais pra cartoon e pras corridas de caça aos terroristas pela Europa e adjacências.

 Não que o primeiro-ministro britânico não tenha se esforçado pra virar notícia nestes tumultuados dias, nos quais até Fidel Castro “tentou” falecer mais uma vez pra ganhar capa sem muito sucesso – pra não escrever nenhum. O que ele anda fazendo, além de sair na comissão de frente da ala dos estadistas da éduquée et sensibilisée école française “Je suis Charlie”? Cameron ameaça banir o WhatsApp e outros brinquedinhos parecidos do Reino Unido se os agentes do serviço secreto britânico, o MI6, aquele para o qual trabalham todos os 007 espalhados pelo mundo, continuarem sem acesso às mensagens dos seus utilizadores, inclusive as minhas e as suas, leitores. Não sei o que o presidente Obama pensa sobre isso, todavia, Sir, com todo respeito, eu acho um absurdo. Sim, acho um absurdo eu não ter o gostinho excitante de supor, em minhas fantasias, que estou sendo espionada por um James Bond com a categoria de Daniel Craig, seja o nome da operação Skyfalt ou Husetfalt. É mesmo lamentável que, assim como eu, mulheres, principalmente na nossa faixa de idade, sejam, desse modo, grosseiramente discriminadas em meio aos cativantes joguinhos das redes sociais da atualidade. Tem de banir do Reino Unido, mesmo, e substituir rapidamente por outras ferramentas de comunicação mais “abertas”, mais “democráticas”, digamos, além de mais serviçais na caça ao comunismo, digo, ao terrorismo.


    – ARE YOU KIDDING?
    – NO. THE SENSO OF HUMOR IS REAL VERY HIGH IN ALL THE PLANET AT THE MOMENT. A BIG BUSINESS. SOLD OUT.
    – OH, MY GOD!
    – YES! ABSOLUTELY REAL. EVERYBODY IS GOD. ME TOO. BUT FOR YOU, WE HAVE ONLY 300 INVITATIONS.
    – INVITATIONS? WHAT ARE YOU TALKING ABOUT? WHERE ARE OUR MAGAZINES?

    – ABOUT MAGAZINES?
    
– ARE YOU CRAZY MAN?
    – YOU KNOW... WELL, UNBELIEVABLE: THE FRENCH MAGAZINES AND THE INVITATIONS ARE THE SAME PERSON. ONE AND TWO IN THE THIRD, UNDERSTAND? THIS'S THE KEY. YOU BUY AND FAST YOU WIN THE FORGIVENESS.
    – WHAT A HELL IS IT?
    – NO TERRORISM IN YOUR HOME IF YOU ARE... CHARLIE. BECAUSE CHARLIE DEAD NOW IS MAOMÉ AND MAOMÉ IS GOD. AND JE SUIS CHARLIE. DID YOU GET IT?
    – JESUS CRIST!!! YES!!! WE NEED EIGHT MILLIONS MORE ONLY EM NY, MAN.

    Perguntar ao Fidel Castro o que ele acha de tudo isso? Hahaha.... O velhinho virou os 88 do título deste artigo, sempre na corda bamba sem saber se ia de 8 ou 80, e desde que suas pernas não aguentam mais não apenas o peso dos seus próprios ossos, mas também o de todos os ossos dos mortos pelo sonho utópico de Cuba, passou a ser patrocinado pela Adidas, repararam? O cara despiu o uniforme e vestiu o abrigo da Adidas sem dar satisfação pra ninguém. Dizer mais o que? É posar para as fotos e se alguém se mancar e perguntar alguma coisa a respeito, resposta dada: “Es tut mir leid”.

 Entre um parágrafo e outro, passaram por aqui, nos Estados Unidos, somente 300 exemplares da edição histórica da Charlie, sob protesto da imprensa local, claro, e no meu cérebro, digamos, passaram algumas respostas da CIA esclarecendo porque não estamos em combate contra um suposto “radicalismo islâmico”.
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  • IMPRENSA LAMENTA AUSÊNCIA DE MICHELLE EM ROLEZÃO PARISIENSE / Mídia12/01/2015 02:46 Falem mal, falem bem dela, se a luta continua, a força da televisão não se esgota, menos ainda a qualidade do trabalho da imprensa internacional em reportagens e coberturas de eventos de repercussão mundial. Aterrisse em New York, sintonize a CNN ou a Fox News e tente discordar. Sem ironias, ok?

 Um “push, push, push”, claro, sempre ajuda pra esquentar o noticiário. Aliás, tem até um comercial com este mote por aqui, no momento, com veiculação avassaladora. Mas, verdade seja dita: depois que o pato caiu na rede, morto ou vivo, nada sobre a vida dele – passada e presente, com hipóteses traçadas sob análises para o futuro – ficará fora da mira da imprensa focada neste artigo.


    JE SUIS LE CHAGRIN À LA PLACE DE LA CATHARSIS. ÇA C'EST POSSIBLE?
    A paciência dos repórteres e apresentadores, acompanhados de suas chefias, obviamente, parece infinita. Ainda muito mais tenazes do que a promessa de ser esperançoso do brasileiro em mensagens de propaganda institucional, estes senhores e senhoras da imprensa norte-americana, ao se posicionarem globalmente diante de uma tragédia em curso ou ainda para acontecer, não desistem nunca, no acima ou no abaixo do zero, sejam quantos forem os algarismos. E quando mais um “frame”, um “pedaço” da tragédia ocorre diante dos seus olhos pregados na tela do televisor, vem aquela confusão de sentimentos provocada no telespectador pela surpresa da realidade maligna retratada associada à sua incredibilidade de ter concretizada diante de si aquela crença de longas horas dos jornalistas de que uma situação que já estava muito ruim e sendo muito mal conduzida por autoridades locais poderia, sim, transformar-se em algo ainda pior – quase muito, muito pior ainda, pois poderíamos ter tido imagens ao vivo de crianças sendo brutalmente mortas por balas de armas ou até pisoteadas.


    Enfin, presos três dos terroristas dados até o momento como mentores e responsáveis pelos últimos atentados parisienses e mesmo sem a prisão de uma suspeita envolvida no comando da operação que levou aos assassinatos de franceses e franceses-judeus, se Paris é uma festa, como revela magistralmente Hemingway, tous les Parisiens sont Charlie, segundo eles mesmos, sendo que, dada a emoção do momento, melhor não contrariar nenhum “desses milhões” deles em praça pública nesta hora, seja qual for o tamanho deste nonsense, pois, sabemos, desde a invenção do teatro grego, que a catarse é um santo remédio para aplacar a dor de feridas que demoram para cicatrizar. Mais uma vez aqui cabem elogios à sabedoria da imprensa norte-americana.
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  • SLOGAN OBSOLETO / Comunicação08/01/2015 15:25 Depois de dois slogans cujo foco era a inclusão – “Brasil: um país de todos” e “País rico é país sem pobreza” – o governo federal parece ter mudado seu posicionamento de comunicação enfocando a educação. Com o slogan “Brasil: pátria educadora”, a presidente da República parece querer investir mais solidamente na educação.


    JESUS, JE NE SUIS PAS JEAN CHARLES MENEZES, JE NE SUIS PAS CHARLIE HEBDO, JE SUIS PERSONNE, JE PENSE. MAIS, SI VOUS PLAÎT, POUVOIR VOUS DIRE À MOI QUI JE SERAI DEMAIN? SANS RIRE, PLEASE... MERCI!!!
    O objetivo aqui não é discutir política ou apontar inconsistências entre os atos da presidente e seu discurso. Os meios de comunicação – internet, revistas, jornais – fervilham com análises, na maioria negativas, das escolhas ministeriais do novo mandato e da improcedência do novo slogan. Nosso ponto de vista recai, pois, na técnica de comunicação, em especial na construção de slogans, uma ferramenta essencial e da maior importância na comunicação das empresas e das nações.

 Vamos, portanto, entender o que significa um slogan. Slogan, em gaélico ancestral, significa “o grito de guerra de um clã”. Era usado pelos líderes das tribos para estimulá-los antes das batalhas. Com o passar do tempo, o slogan se converteu em palavra de ordem – que podem ser vistos até hoje nas manifestações e passeatas como o clássico “o povo unido, jamais será vencido”. Esse era o slogan de primeira geração que em seguida passou a ocupar espaço de destaque nos antigos cartazes e anúncios. Com intuito político ou como reafirmação das marcas, os slogans ancestrais carregavam consigo a ideia de “grito de guerra”. Depois da segunda grande guerra, com a expansão do capitalismo industrial e global os slogans mudaram de função, passaram a ter a responsabilidade por apresentar as empresas aos novos consumidores, daí ideias como “se é Bayer, é bom” ou “pense forte, pense Ford” que investiam na apresentação e qualificação das empresas.
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  • O TEMPORA! O MORES! / Comunicação05/01/2015 20:53 A expressão reforma política aparece no glossário da grande maioria dos políticos brasileiros quase sempre em duas circunstâncias: ou é desculpa para deixar tudo como está ou é uma daquelas promessas de campanha eleitoral a ser esquecida assim que se desmontarem os palanques. Mas na percepção da sociedade a história muda de figura, como evidenciaram as grandes manifestações que tomaram as ruas em junho de 2013 e como confirmaram várias pesquisas de opinião que colocam na rabeira dos rankings de credibilidade os políticos e o Congresso Nacional.

 Os mais otimistas chegaram até a acreditar que esses sinais alertariam os mandatários para que, pelo menos, começassem a costurar, efetivamente, a reforma política – aliás, uma reivindicação recorrente de organizações civis preocupadas com as fissuras que o descrédito nas instituições públicas pode provocar na consolidação do estado democrático de direito. Reivindicação essa endossada por 61% dos brasileiros que apoiam as campanhas pela reforma política, segundo pesquisa do Ibope e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


    – ATÉ TU, CÍCERO?
    – E NÃO É QUE ESTOU CITADO? MAS NÃO GOSTO DE COMIDA JAPONESA, NÃO SENHORA. PORTANTO, DISSO NÃO MORRO...
    – HAHAHA...... TU ÉS MANÉ, HOMEM. O TEMPORA E O MORES SÃO OUTROS COMO É OUTRO TAMBÉM O CÍCERO CITADO. SAI DE FININHO, RAPAZ.
    – AH! TÁ EXPLICADO. ENTÃO FUI...
    – VAI COM DEUS. LEMBRANÇAS PRA FAMÍLIA. E EM TEMPO, FELIZ ANO NOVO. ENFIN: ATÉ TU, CÍCERO?
    – E NÃO É QUE ESTOU CITADO? MAS NADA TENHO A DIZER SOBRE BRUTUS, O DÉCIMO, E SUA TRAIÇÃO. MENOS AINDA SOBRE O TAL REFERENDO RELATIVO AO DÍZIMO DE UMA CERTA REPÚBLICA FEDERATIVA BRASILEIRA, MRS.
    – PENSANDO MELHOR, MELHOR DEIXAR PRA FALAR DAS NOSSAS FANTASIAS POLÍTICAS PRA DEPOIS DO CARNAVAL. DEFU, LIBERA OS CÍCEROS DESTE CIRCO PORQUE Ô TEMPORAL! CORRE PRA FUGIR DA CHUVA E DA INUNDAÇÃO, OU MORRES!!!

    Em 2014, a confiança nas instituições melhorou alguns pontos, porém esse alento deverá durar pouco. O recrudescimento de graves denúncias de corrupção, o abandono das promessas de campanha e o embate entre os quadros traçados pelos candidatos e realidade bem menos rósea quase certamente causarão impacto negativo na percepção da população. Além disso, o que se vê nesta transição de mandatos denota que os recados de junho de 2013 parecem já ter caído no esquecimento. Desde o palavreado chulo e agressões frequentes nas declarações até a troca de apoio no Congresso por liberação de verbas ou por cargos, vem a público uma série de fatos que só contribuem para aumentar a desmoralização da classe política perante o eleitorado. Com isso, os bons e os maus representantes do povo acabam jogados na mesma vala comum, numa avaliação injusta, pois desconsidera as exceções.


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