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  • VOCÊ NÃO GOSTA DO SEU PAÍS, MAS SEU FILHO GOSTA? / Comunicação23/10/2014 17:33 Em apresentação, ontem, em São Paulo, da primeira edição brasileira do Ipsos Flair, intitulado “Brasil 2014, Crítica e Progresso” – um encontro muito rico em informações e debates, do qual participaram talentosos e renomados profissionais da empresa de pesquisa e inteligência de mercado, em diálogo franco e aberto com uma plateia também formada por profissionais gabaritados do setor –, um dos tópicos abordados gerou diversos temas para reflexão: em face do comportamento apresentado em situações de abrangência nacional, nas quais é possível captar um retrato claro e “vivo” dos padrões de consciência, razão, emoção e atitudes da população brasileira, o estudo constata, do ponto de vista de seus mentores, que nós, brasileiros, somos um povo adolescente.
 Não, a maioria dos presentes não ficou feliz com esse apontamento. Mas ele também não foi refutado. Eu diria que diante da radiografia ali exposta pelo especialista Flávio Ferrari, managing director da unidade de media CT da Ipsos Brasil, a inferição da premissa decorre até mesmo de um pensamento óbvio, embora desagradável para brasileiros que, vez por outra, ou em exercício de profissão, costumam traçar análises sobre as condições socioeconômicas e culturais do país no qual vivemos.
    DA ADOLESCÊNCIA NAÏF DE CAPULETOS E MONTECCHIOS À ADOLESCÊNCIA IMPERTIGADA DO POVO BRASILEIRO
    “Somos um povo adolescente”, isto é, estamos preocupados com espinhas e cremes que as façam desaparecer; estamos em conflito com nós mesmos, com nossos pares, com nossos lares, com nossa razão, com nossa emoção; ainda somos imaturos, e sofremos porque precisamos crescer, em todos os sentidos, diariamente; somos rebeldes, às vezes com causas, outras não, e temos de contestar autoridades para nos afirmarmos socialmente e expressarmos os valores que estão construindo nossas personalidades; estamos ávidos por aventura, prazer, satisfação, sexo, informação, inclusão, porém, na maior parte do tempo, desejamos tudo isso exclusivamente sob a ótica do próprio umbigo, ou seja, sem nos preocuparmos se os outros também querem compartilhar conosco dos nossos ideais no aqui e agora… Ver matéria
  • / Comunicação23/10/2014 17:13 Em apresentação, ontem, em São Paulo, da primeira edição brasileira do Ipsos Flair, intitulado “Brasil 2014, Crítica e Progresso” – um encontro muito rico em informações e debates, do qual participaram talentosos e renomados profissionais da empresa de pesquisa e inteligência de mercado, em diálogo franco e aberto com uma plateia também formada por profissionais gabaritados do setor –, um dos tópicos abordados gerou diversos temas para reflexão: em face do comportamento apresentado em situações de abrangência nacional, nas quais é possível captar um retrato claro e “vivo” dos padrões de consciência, razão, emoção e atitudes da população brasileira, o estudo constata, do ponto de vista de seus mentores, que nós, brasileiros, somos um povo adolescente.
 Não, a maioria dos presentes não ficou feliz com esse apontamento. Mas ele também não foi refutado. Eu diria que diante da radiografia ali exposta pelo especialista Flávio Ferrari, managing director da unidade de media CT da Ipsos Brasil, a inferição da premissa decorre até mesmo de um pensamento óbvio, embora desagradável para brasileiros que, vez por outra, ou em exercício de profissão, costumam traçar análises sobre as condições socioeconômicas e culturais do país no qual vivemos.
    DA ADOLESCÊNCIA NAÏF DE CAPULETOS E MONTECHIOS À ADOLESCÊNCIA IMPERTIGADA DO POVO BRASILEIRO
    “Somos um povo adolescente”, isto é, estamos preocupados com espinhas e cremes que as façam desaparecer; estamos em conflito com nós mesmos, com nossos pares, com nossos lares, com nossa razão, com nossa emoção; ainda somos imaturos, e sofremos porque precisamos crescer, em todos os sentidos, diariamente; somos rebeldes, às vezes com causas, outras não, e temos de contestar autoridades para nos afirmarmos socialmente e expressarmos os valores que estão construindo nossas personalidades; estamos ávidos por aventura, prazer, satisfação, sexo, informação, inclusão, porém, na maior parte do tempo, desejamos tudo isso exclusivamente sob a ótica do próprio umbigo, ou seja, sem nos preocuparmos se os outros também querem compartilhar conosco dos nossos ideais no aqui e agora… Ver matéria
  • VOCÊ NÃO GOSTA DO SEU PAÍS. MAS O SEU FILHO GOSTA? VOCÊ GOSTA DO SEU PAÍS. MAS O SEU FILHO NÃO GOSTA? / Comunicação23/10/2014 16:48 Em apresentação, ontem, em São Paulo, da primeira edição brasileira do Ipsos Flair, intitulado “Brasil 2014, Crítica e Progresso” – um encontro muito rico em informações e debates, do qual participaram talentosos e renomados profissionais da empresa de pesquisa e inteligência de mercado, em diálogo franco e aberto com uma plateia também formada por profissionais gabaritados do setor –, um dos tópicos abordados gerou diversos temas para reflexão: em face do comportamento apresentado em situações de abrangência nacional, nas quais é possível captar um retrato claro e “vivo” dos padrões de consciência, razão, emoção e atitudes da população brasileira, o estudo constata, do ponto de vista de seus mentores, que nós, brasileiros, somos um povo adolescente.
 Não, a maioria dos presentes não ficou feliz com esse apontamento. Mas ele também não foi refutado. Eu diria que diante da radiografia ali exposta pelo especialista Flávio Ferrari, managing director da unidade de media CT da Ipsos Brasil, a inferição da premissa decorre até mesmo de um pensamento óbvio, embora desagradável para brasileiros que, vez por outra, ou em exercício de profissão, costumam traçar análises sobre as condições socioeconômicas e culturais do país no qual vivemos.
    DA ADOLESCÊNCIA NAÏF DE CAPULETOS E MONTECHIOS À ADOLESCÊNCIA IMPERTIGADA DO POVO BRASILEIRO
    “Somos um povo adolescente”, isto é, estamos preocupados com espinhas e cremes que as façam desaparecer; estamos em conflito com nós mesmos, com nossos pares, com nossos lares, com nossa razão, com nossa emoção; ainda somos imaturos, e sofremos porque precisamos crescer, em todos os sentidos, diariamente; somos rebeldes, às vezes com causas, outras não, e temos de contestar autoridades para nos afirmarmos socialmente e expressarmos os valores que estão construindo nossas personalidades; estamos ávidos por aventura, prazer, satisfação, sexo, informação, inclusão, porém, na maior parte do tempo, desejamos tudo isso exclusivamente sob a ótica do próprio umbigo, ou seja, sem nos preocuparmos se os outros também querem compartilhar conosco dos nossos ideais no aqui e agora… Ver matéria
  • ESTIAGEM X HORÁRIO DE VERÃO: SOLUÇÕES PARA O CONSUMO RACIONAL DE ÁGUA / Gravitação20/10/2014 16:46 O horário de verão foi criado pelo Governo há alguns anos para diminuir o consumo de energia elétrica no País devido ao maior período do dia sob exposição do sol e à tendência das pessoas utilizarem mais ventiladores e ar-condicionado, o que aumenta o consumo de energia. Porém, a estiagem que atinge diversas regiões do Brasil fará com que a economia de energia, desta vez, seja menor do que ano passado. Isso deve acontecer porque com os reservatórios das hidrelétricas em baixa, foram acionadas mais usinas termelétricas, fonte de energia mais cara e poluente. No ano passado o Governo calculou uma economia de R$405 milhões e a expectativa para este ano é de R$278 milhões.


    AINDA HÁ TEMPO?
    Desta vez, o período do horário de verão terá sete dias a mais do que ano passado, começando a partir de sábado, 19 de outubro, e indo até 22 de fevereiro de 2015, após o Carnaval. As hidrelétricas operam em ritmo menor devido à estiagem e por isso as termelétricas passaram a funcionar.

 Já enfrentamos falta de água em diversas regiões do País e não podemos mais esperar que os governantes tomem iniciativas para acabar com o problema. Devemos começar por nós mesmos, com atitudes em casa e no trabalho que visem à redução no consumo de água.
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  • NOSSA SENHORA APARECIDA, LIVRAI O BRASIL DOS MAUS POLÍTICOS! / Gravitação20/10/2014 16:13 Como as reformas culturais, sociopolíticas e econômicas de um país envolvem questões morais e, portanto, a religião e a salvação das almas, fazendo com que se boas forem as reformas um número maior de almas se salva, e se forem más maior número se condena, não posso deixar de manifestar-me alarmado com a atual condução dos destinos do Brasil.

 Assistimos ao espezinhamento sistemático dos princípios morais e da família através de uma Revolução Cultural. Ela está não apenas destruindo o tecido social e as instituições do País, mas deformando as mentes de nossas crianças e de nossos jovens pelo ensino sistemático de doutrinas diametralmente opostas à verdade.
    AFINAL, O BRASIL SABE OU NÃO SABE O QUE FAZ? O BRASIL SABE OU NÃO SABE O QUE DIZ? O BRASIL SABE OU NÃO SABE O QUE SENTE? O BRASIL SABE OU NÃO SABE O QUE PENSA? O BRASIL SABE OU NÃO SABE ROGAR? O BRASIL SABE OU NÃO SABE QUEM ROGA POR ELE?
    Nesse ensino malsão, os defensores da Pátria, da moralidade e do bem são apresentados como malfeitores, e os apátridas, os promotores da imoralidade e do mal são tidos como benfeitores. Se isso não for impedido, no final do caminho as crianças estarão colocando Deus entre os primeiros e Satanás entre os segundos, e passarão a preferir o Inferno ao Céu.

 Assim sendo, e à vista dos poucos dias que nos separam do segundo turno da eleição, que decidirá quem será o nosso próximo presidente, não posso, em consciência, deixar de me pronunciar. Invoco para isso a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, cuja festa celebramos no dia 12 do corrente, pedindo-lhe que me inspire palavras justas que reflitam os ensinamentos de seu Divino Filho, que não precisam de licença para influir na sociedade temporal, pois tanto esta quanto a sociedade espiritual são suas filhas.
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  • A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE PARA CLIENTES E EMPRESAS / Marketing20/10/2014 15:14 Qualidade! Uma palavra inserida no dia-a-dia de cada um de nós, mas o que é qualidade? Qualidade é um termo subjetivo que pode ser atribuído a varias situações ou condições. Podemos atribuir qualidade à natureza, ao talento, ao produto, à precisão.... a inúmeras situações.

    AO IMPUTAR PADRÕES ÀS PERCEPÇÕES SUBJETIVAS DA QUALIDADE, UM FABRICANTE, PRODUTOR OU FORNECEDOR DE SERVIÇOS AUMENTA SEU CONTROLE SOBRE AS ESCOLHAS DOS CLIENTES OU CONSUMIDORES
    Quando somos clientes ou consumidores é mais fácil evidenciar a subjetividade da qualidade, pois nesse momento unem-se necessidades, expectativas e percepções. Quando estamos do lado do fabricante, do produtor, do fornecedor de serviços, a qualidade é o resultado de um padrão, de algo que tem de ser produzido de forma clara e objetiva.
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  • WHY DO WE BUY SO MUCH FOR CHRISTMAS? / Comunicação17/10/2014 16:57 Marketing researchers characterise consumers by their prevailing mindset – those with a ‘prevention’ orientation who are focused on avoiding risk, and those with a ‘promotion’ orientation who are defined as opportunity seeking and who respond to messages associated with maximising pleasure. It has long been understood that matching marketing initiatives and messages to the prevailing mindset is likely to increase their impact upon consumers.

 A new research paper offers new insights into the consumer decision-making process and the importance of fit – that is, aligning an individual’s orientation with the consequences they focus on when making decisions, whether averting risk or maximising pleasure.


    TO UNDERSTAND AND PARTICIPATE IN (OF) THE CONTROL OF CONSUMER CHOICES
    ‘Fit has a significant impact on each stage of consumer decision-making, from the evaluation of a message to the consumer’s actual choice’ said Professor Nancy Puccinelli, Associate Professor in Consumer Marketing at Saïd Business School, University of Oxford and one of the authors of the paper. ‘The more we understand about how fit works and how it influences our consumer choices, the more effective organisations’ marketing strategies will be. We often see brands communicating in ineffective or even counter-productive ways, whereas sometime small inexpensive changes to campaigns which take into account the importance of fit can have very positive results.'


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  • RINO COM E MACKENZIE HOMENAGEIAM DIA DO PROFESSOR COM ANÚNCIO / Comunicação14/10/2014 19:55 Mais do que difundir o conhecimento, o professor tem o importante papel de formar cidadãos aptos a contribuir positivamente com o mundo em que vivemos. Foi pensando nesse aspecto da profissão que a Rino Com, nova agência de publicidade e propaganda do Colégio e Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), criou uma peça em homenagem ao Dia do Professor. O material, que será lançado nesta quarta-feira, 15 de outubro (Dia do Professor), faz parte de uma ampla campanha desenvolvida pela Rino Com para o Mackenzie, que irá trabalhar o conceito de “Educação Plena”. Nele, a universidade coloca-se como responsável não apenas pelo desenvolvimento profissional do indivíduo, mas por sua preparação para a vida.
    FORMAR E TRANSFORMAR PARA CRIAR E RECRIAR MUNDOS MELHORES, ALÉM DE INSPIRAR SORRISOS TÃO MISTERIOSOS COMO OS DAVINCIANOS E TÃO REVELADORES COMO OS MERELLONIANOS
    “A ideia foi homenagear os professores e mostrar o quão importante é o trabalho que eles realizam dentro e fora da sala de aula, sempre ajudando na formação dos alunos e na descoberta de talentos”, explica Fernando Piccinini, vice-presidente de criação da Rino Com. “E essa deferência pela figura que transforma alunos em cidadãos resume a visão de Educação do Mackenzie”.
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  • TOMATE HEINZ PROTAGONIZA FILME CRIADO PELA AFRICA / Comunicação14/10/2014 19:03
    Plantado com consultoria e suporte da própria empresa, seguindo padrões internacionais de qualidade e segurança, o tomate Heinz está na base do sucesso da marca. Assim, nada mais natural do que convoca-lo para protagonizar sua nova campanha, a segunda em menos de um mês, dedicada a apresentar a linha de molhos prontos Heinz. “O mesmo fruto que usamos para fazer nosso ketchup, que é o mais vendido no mundo, é o ingrediente principal de nossos molhos prontos”, explica Sérgio Eleutério, gerente de marketing da empresa. “A construção da Heinz como marca global de alimentos se fez baseada não apenas em sua força icônica, mas também em um compromisso de entregar o melhor sabor, a partir de ingredientes selecionados e cuidadoso processo de produção.”


    QUEM QUER KETCHUP? QUEM QUER MOSTARDA? SÓ O HOT DOG? QUANDO A MARCA É DA LÍDER HEINZ, VAI COM TUDO NO PRATO DA MOÇADA
    Criado pela agência Africa, que desde 1º de julho é responsável pela comunicação da marca no Brasil, o comercial entrou em veiculação no último fim de semana. A peça parte do mesmo conceito visual marcante da campanha masterbrand, que esteve no ar na TV aberta entre 19 de setembro e 5 de outubro, reforçando o novo slogan da marca: “Ninguém faz melhor que Heinz”. “Este segundo filme segue a mesma linha do anterior: apresentamos personagens divertidos, destacando sempre o shape dos rótulos, o que conduz toda a campanha”, salienta Paulo Coelho, diretor executivo de criação da Africa.
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  • AO MESTRE COM CARINHO / Comunicação14/10/2014 16:58 D. Pedro II dizia que, se não fosse imperador, gostaria de ser professor. “Não conheço missão maior e mais nobre do que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro.” Profissão fundamental para o pleno desenvolvimento da educação, os docentes vêm perdendo cada vez mais prestígio, seja pelos baixos salários, seja pelas condições em que se encontra boa parte das escolas. Com isso, o desrespeito pela figura do professor também só aumenta.


    UM TROFÉU PARA CABEÇAS BRILHANTES QUE DIRIGEM INTELIGÊNCIAS JOVENS E PREPARAM OS CIDADÃOS DO FUTURO
    Foi para resgatar a importância dos mestres na sociedade e premiar personalidades que dedicaram grande parte de sua vida à educação que o CIEE criou, em 1997, o prêmio Professor Emérito – Troféu Guerreiro da Educação Ruy Mesquita. Neste ano, em sua 18.ª edição, o físico José Goldemberg, ex-ministro da Educação e do Meio Ambiente, recebe o troféu no Dia do Professor, às 10:00, no Teatro CIEE, em São Paulo.

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  • DATA VENIA, BRASIL / Gravitação09/10/2014 21:49 Data venia é uma expressão respeitosa, em latim, que introduz uma argumentação contrária à opinião de outra pessoa, significando literalmente “com a devida licença”. Mais recentemente, passou a ser utilizada quase que somente por advogados, parlamentares, juízes e alguns outros profissionais. E, assim mesmo, com tal parcimônia que está sendo entendida muitas vezes como ironia, tal a agressividade da contestação que vem na sequência.
    TODO CIDADÃO PREOCUPADO SE SENTE INSEGURO? TODO CIDADÃO INSEGURO SE SENTE INDIGNADO? TODO CIDADÃO INDIGNADO SE SENTE DESRESPEITADO? TODO CIDADÃO DESRESPEITADO DEIXA DE TER RESPEITO PELO ESTADO?
    Neste artigo, a expressão é utilizada em seu sentido estrito para indicar que, embora possam ferir algumas suscetibilidades, as reflexões têm o intuito único de trazer à luz algumas posturas que geram preocupação, insegurança e indignação.
    (...) Ver matéria
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