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- CADA UM COM SEU CAIXÃO, SEJA MORTO, SEJA VIVO. POBREZA ALHEIA É BOBAGEM! / Gravitação21/05/2013 15:40
– Um morto-vivo, no confessionário, conta tudo. A tortura é psicológica, mas gerada pela própria condição amoral do infeliz, que depois de tanta luta, tanta inglória, vive seu momento, em fase pós-madura já, de stress. Lógico, confessa sob pseudônimo, porque o morto ainda se considera bem vivo e capaz de, passada a fase necessária de reabilitação sociocondicional, emocional e psicossocial, dar continuidade à sua missão. Caro Mestre, que pena temporal poderá dar jeito nisso? Vale a pena debater a penitência?
– Well, Cara Discípula, muito mais pra Cara de Pau pela coragem de dar continuidade a tudo que lhe vem do além, sem saber de quem, lembrando que nem todo confessionário abriga um padre ao lado do martizirado… Well, well, well, se queres mesmo obter respostas, hás de convir que precisamos melhorar as informações sobre esse diagnóstico, antes de, apressadamente, errarmos na prescrição na tentativa de cura por penas temporais, por penitências abdominais, por penitências bancárias, por penitências sazonais, por penitências excepcionais, enfim, por penitências que podem não dar conta nem do que cheira um nariz.
– Copiado, Mestre. O que mais tu queres saber sobre o infeliz?
– Afinal, trata-se de um morto ou de um vivo?
– Vivo, Caro Mestre. Todavia, como se vê por todo lado, um vivo em putrefação, portanto, tão morto como vivo. Dado ainda o avanço da idade, poderíamos dizer, sem confucionismo ao filosofar sobre o erro, que está bem mais pra morto do que pra vivo. Claro, nesta etapa, seu diálogo ainda se dá somente com os do lado de cá, o quais considera vivos como ele. Entretanto, percebo que, certas vezes, aos prantos, ao ver “neguinho” estrangulado debaixo de placas de financiamento público, cidadão honra sua aproximação da morte, confiando valentemente na própria sorte.
– Captei, Flor. Se for agente do FMCI – Federação do Mau-Caratismo Intensivado, o processo de suicídio teve início já no primeiro delito, ou seja, trata-se do tipo de ser humano que cultua o autoassassinato de seu espírito, de sua alma e de sua mente por livre arbítrio. Na maioria dos casos, esse gênero de cidadão demora pra vir a ter consciência de que, enquanto rouba, engana, mata, mente, atua como inimigo de outrem, deleita-se com desgraças tirando proveito delas… vive em pleno processo de assassinato de si mesmo.
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- AVANÇO ESTRATÉGICO / Marketing17/05/2013 19:41
O Brasil vive um momento inusitado na sua história. Houve um avanço considerável da posição brasileira no cenário mundial nos últimos anos – muito pela crise que passou como um tsunami nos gigantes Estados Unidos e Japão e se concentra agora em importantes países da União Europeia, como Espanha e Itália. Na ordem interna, boa parte da população das classes D e E emergiram, engordando a nova classe média, o que fez explodir o consumo, mantendo o mercado interno aquecido. No entanto, a educação não acompanhou esse crescimento. Continuamos com problemas crassos na qualidade do ensino público; baixa quantidade de jovens nas salas de graduação, principalmente em áreas estratégicas como ciência e tecnologia; além do pouco investimento em pesquisa. O impacto disso afeta diretamente a indústria e comércio: a falta de mão de obra qualificada no mercado de trabalho.
COM TANTA BOLSA BARATINHA NA 25 DE MARÇO, PRA QUE CORRER ATRÁS LOGO DAS MAIS VALIOSAS, COM GRIFES HARVARD E MIT, SE NA HORA DE "CONTAR" DINHEIRO EM INGLÊS BRASILEIRO NÃO PASSA DE ELEVEN E LEVA ZERO DO PROFESSOR ANTES DE ACHAR O NÚMERO DA SALA DE AULA NO CORREDOR? E SE QUASE NINGUÉM VAI PASSAR MESMO NO TESTE, QUE CONTA DANTESCA É ESSA QUE PÕE EM OFERTA 1,5 MIL VAGAS PRA MANÉ, SABENDO-SE QUE NO BRASIL TEM UM SÓ PELÉ?
Para tentar conter as dificuldades e melhorar a formação do profissional brasileiro, o governo federal criou o Ciência Sem Fronteiras (CSF), um programa que visa a formação de jovens talentos em universidades do exterior. Após uma visita da presidente Dilma Rouseff à Casa Branca, as principais universidades do planeta, Harvard e Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), anunciaram uma reserva de 1,5 mil bolsas de estudo integral até 2015 para estudantes brasileiros cursarem o doutorado completo. As bolsas serão financiadas pelo governo federal. No entanto, o inusitado da história: existe até agora uma baixa procura pelos cursos oferecidos.
Uma das dificuldades encontradas é a proficiência na língua. Os cursos exigem domínio do inglês, o que ainda costuma ser um entrave preocupante para profissionais brasileiros.
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- AGORA NÃO SÃO SOMENTE AS PAREDES QUE TÊM OUVIDOS ENIGMÁTICOS E ESTRATÉGICOS NA ABAP / Comunicação17/05/2013 18:37
O presidente e CEO da rede de agências Publicis, Orlando Marques, assumiu a presidência nacional da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) após almoço que reuniu mais de 200 convidados, entre agências, entidades do setor e veículos, realizado em São Paulo. Em seu discurso, Marques ressaltou: “É nossa a luta pela liberdade de expressão comercial, que é filha da liberdade de expressão e, portanto, um dos alicerces da democracia. […] É nossa a luta contra a gana de alguns políticos em subjugar os veículos, submetendo-os aos favores da mídia governamental. Uma luta que é de todos nós, pois veículos fracos não ajudam a construir marcas fortes nem criam condições para o florescimento da criatividade e do talento”.
SABER OUVIR E BEM REFLETIR ANTES DE FALAR PONDERADAMENTE, SEM DEIXAR, QUANDO PRECISO, DE SER INCISIVO PARA PODER AGIR COM TRANQUILDADE E PERSPICÁCIA É UM DOS ESPETACULARES TRAÇOS DO PERFIL PROFISSIONAL DO NOVO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE
Sobre seus planos à frente da entidade, Orlando Marques afirmou, em suas primeiras palavras como presidente da entidade, que responderá por uma gestão de continuidade, bem como pelo rejuvenescimento da Abap, em busca da participação de executivos mais jovens. “O Comitê de Continuidade e Implementação das teses do V Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, realizado há um ano, será comandado por Márcio Santoro, da Africa. Além dele, Lana Pinheiro, da DM9DDB, vai ajudará no Comitê de Sustentabilidade, enquanto Gal Barradas estará focada na área digital, colaborando com o trabalho de Santoro”, informou.
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- GREY141 COMBATE A DESNUTRIÇÃO INFANTIL EM CAMPANHA DA FUNDAÇÃO AÇÃO CRIANÇA / Comunicação09/05/2013 16:29
A Grey141 criou uma campanha para a Fundação Ação Criança, com o objetivo de angariar fundos para projetos em prol do combate à desnutrição infantil de crianças de 0 a 7 anos. A campanha reforça a mensagem de que a maior diversão de uma criança com fome é justamente comer e informa como as pessoas podem contribuir com doações para a instituição. Uma das peças teve como inspiração o Mr. Potato, da Hasbro brinquedos, também cliente da Grey141, a qual cedeu os direitos do uso de imagem do personagem, contribuindo com a causa.
VOCÊ FAZ O CARDÁPIO, CORRE ATRÁS E OS BAIXINHOS CORREM NA FRENTE OU PRO LADO CONTRÁRIO? VOCÊ ROE AS UNHAS E ELES MANTÊM OS DENTES CERRADOS PRO SEU MENU SARADO? E DE TANTOS OLHARES TORTOS, O LEITE DERRAMOU? JÁ PENSOU QUE PODERIA ESTAR FERMENTADO, ADULTERADO...? E O FEIJÃO TAMBÉM? POIS É, SEU ADULTO QUE NÃO ENTENDE NENÉM, TODO BIFE, FRANGO E PEIXE BENSUNTADO NO OVO E NA FARINHA TÊM SUA HORA QUANDO A PANELA CAI NO FOGO SEM PASSEIO E SEM DEMORA!
Criada há 17 anos, a Fundação Ação Criança é uma entidade brasileira sem
fim lucrativo, que atende mais de 2 mil crianças carentes de 0 a 7 anos
em creches e abrigos conveniados, combatendo a desnutrição, por meio da
mudança de hábitos alimentares e aproveitamento total dos alimentos. Um
de seus projetos objetiva promover a formação de profissionais na área
da alimentação e saúde das entidades conveniadas, através da elaboração
de cardápios adequados à faixa etária das crianças atendidas, assim como
a correta higiene e manipulação dos alimentos.
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- PULLMAN CELEBRA 60 ANOS DE HISTÓRIA / Comunicação08/05/2013 17:57
A Pullman, marca mais tradicional do Grupo Bimbo no Brasil – líder mundial em panificados, comemora 60 anos de história junto à família brasileira. Para celebrar este aniversário, a marca desenvolveu uma logo comemorativa exclusiva, que ganhou a presença especial do Osito Bimbo, ícone do grupo em todo o mundo. O Osito traduz todo o cuidado e carinho da marca na produção de seus produtos, e reforça ser vínculo com a consumidora no preparo de lanches e refeições para a família. “Ele é o parceiro da dona-de-casa, que busca cada vez mais praticidade e versatilidade. Com os produtos Pullman, ela ganha mais tempo para se divertir e aproveitar os momentos em família”, destaca Bruna Tedesco, gerente de grupo da Bimbo do Brasil.
AOS PORCOS, NÃO SE DÁ PÉROLAS. AOS HOMENS, NÃO SE NEGA, À MESA, A DIVISÃO DO PÃO, NEM DAS PÉROLAS MATERIALIZADAS IDEIAS. AOS INICIADOS, SOB A MÃO DA PROTEÇÃO, ENTREGA-SE O AMOR PERFUMADO QUE DEU FORMA AO PÃO E OS CAMINHOS PARA SE CHEGAR À COROA FEITA POR IDEIAS-PÉROLAS
A logo exclusiva com o Osito, desenvolvida pela WMcCann, estará presente em todas as ações da campanha de Pullman 60 anos que envolve TV, material de ponto de venda e internet, com a estreia de uma página oficial da marca no Facebook. “A campanha celebra muitos anos de participação da Pullman em reuniões familiares e destaca a importância destes instantes que são tão essenciais, mas tão raros nos dias de hoje. Esta união à mesa, que sempre traz os tradicionais pães e bolos da marca, faz com que estes momentos únicos sejam vividos de forma compartilhada, entre família e amigos”, acrescenta Juliana Cora Bastos, gerente da marca Pullman.
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- EX-PRESIDENTE, NÃO ESTÁ MAIS AQUI QUEM ES-CRE-VEU! / Gravitação06/05/2013 17:04
– Defu, não sei como dar esta notícia.
– Tu sabes, sim.
– Cara, ninguém vai acreditar em mim.
– O que pensam os de+ não é problema teu.
– ET dos CAFUNDÓS, meu caminhão tá pequeno pra tamanha demanda de confusão.
– Tu gostaste ou não gostastes de aprender mais este pulinho de consciência?
– Defu, gostar eu gostei. Mas não dava pra eu ficar justamente só com aquela parte que interessa aos meus pensamentos e no meu MUN-DI-NHO. Se liga, Mané. Resolve uma pá de problema pra mim. Todolado, por todavia, se tu me obrigas aos recados de repórter de plantão em outra dimensão, perigas de eu acabar contratada pela galera da revista UFO, sem ter nada a dizer do cenário, tendeu?
– Tendi, sim. Tendi que queres só a parte boa do tesouro pros teus feitos e leitos. Que tal aquela vã intergaláxia?
– Nem pensar, Defu. Tropeço no salto, tu sabes. Além disso, vai que, sem gravidade, batom voa dos meus lábios, brinco cai, calcinha desliza fora de hora. Negativo. Exceto…
— Exceto?
— 2 + 2… Tu sabes. Vai que…
– Vai que tu sacas que tens de parar de me enrolar e…
— Como é que se começa o relato de uma entrevista cujo entrevistado pode não ter ciência dela, Defu? Desta vez vou fazer xixi aqui sem pedir pra sair…
– Hahaha…. Tu faz comigo, Flor. Se eu não corro, também perco o fio. Agora que vai ficar bom de tudo. Vai, Flor. Só eu tô lendo, pronto. Eu corrijo, pode deixar.
– Tu não digas que eu não avisei depois…
– Batom não vai voar, não, Amor. E pode deixar que também fico de olho na calcinha.
– Tu és zarolho, Mané. ET ZAROLHO. Vou dar conta logo desse recado e, pronto, me livro de ti por hoje, pelo menos, sem ter de dizer I love you baby.
– Ai, ai, ai, DE-LI-CIA, assim você me mata, vai.. faz teu trabalho, logo, Lindinha.
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- DEMOCRACIA E COMUNICAÇÃO / Comunicação06/05/2013 15:24
O marco regulatório existe para pautar o funcionamento dos setores nos quais os agentes privados prestam serviços de utilidade pública, estabelecendo assim condições para a defesa dos direitos do cidadão e o controle das empresas concessionárias. Áreas estratégicas como transporte, petróleo, energia e telefonia seguem essas normas. No entanto, o importante setor de comunicação ainda não tem seu marco regulatório. A legislação atual é extremamente obsoleta, dispersa e confusa, composta de várias leis que não dialogam uma com as outras, causando um cenário de ausência de regulação. Muitas delas surgiram nos anos 60, como o Código Brasileiro de Radiodifusão, que rege o rádio e a TV. Não é preciso nem dizer o quanto as diretrizes estão desatualizadas nesse campo. A legislação arcaica e defasada também deixa um vácuo grande na regulamentação das novas tendências midiáticas, fruto das abundantes inovações tecnológicas dos últimos anos, como o advento da internet, das redes sociais e do universo digital.
A MAIORIA DOS BRASILEIROS VÊ A CIRCULAÇÃO LIVRE DE IDEIAS COMO UM BEM INDIVIDUAL E COLETIVO? MINORIAS BRASILEIRAS QUE ATUAM EM ÁREAS DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA A NAÇÃO VEEM A CIRCULAÇÃO LIVRE DE IDEIAS COMO UM BEM PARA POUCOS OU PARA TODOS? CIRCULAÇÃO LIVRE DE IDEIAS É O IR E VIR SEM CENSURA DE MENTIRAS, DE VERDADES, DE TUDO UM POUCO? O QUE É MELHOR, NOS DIAS DE HOJE, PARA O CIDADÃO BRASILEIRO DO POVO, PARA EMPRESÁRIOS, PARA POLÍTICOS, PARA COMUNICADORES: CALAR E SORRIR, MENTIR E SORRIR, DIZER A VERDADE E COLETAR INIMIZADES?
As leis vigentes beneficiam apenas as poucas empresas que se favorecem da concentração do setor, impedindo, muitas vezes, a circulação livre de ideias, pontos de vista contrários e, por conseguinte, o pleno exercício da democracia. Nesses casos, não bastam apenas combater e denunciar as ações de censura ou atos contrários à liberdade de expressão, mas propiciar meios para que todos os cidadãos tenham condições para exercê-la. Por isso, a urgência da elaboração de um marco regulatório que consiga abarcar a nova realidade da comunicação brasileira.
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- CONSUMO DE ALIMENTOS EM CASA DEVE MOVIMENTAR R$466 BILHÕES EM 2013 / Marketing02/05/2013 21:54
Cada brasileiro deverá gastar R$2.839,21 com alimentação no domicílio até o fim do ano, segundo estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência. O consumo total de alimentos em casa no País deve encerrar o ano com um volume de vendas de R$466 bilhões.
ENQUANTOS AS CLASSES B E C VÃO COM TUDO NAS DIETAS SONHANDO COM UMA "VIDA" MAIS ESBELTA, CLASSES A, D E E QUEREM MAIS É COMER BEM SEM SOFRER NA HORA DOS GASTOS, MUITO MENOS NA HORA DE LAVAR OS PRATOS
A classe A será a maior compradora, com gastos estimados em R$250 bilhões, 54% do total. As classes D/E aparecem na sequência, com um consumo estimado de R$121 bilhões, o que representa 26% do total.
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