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  • A IMPRENSA E A LIBERDADE / Comunicação03/03/2015 00:36 “Entendo que a liberdade de imprensa é cláusula pétrea da Constituição Federal, por dizer respeito ao mais sagrado direito de uma sociedade de ser informada da verdade, não pelos detentores do poder, mas pela imprensa. Não podem, portanto, ser modificados os fundamentos do caput do artigo 220 da Lei Suprema.” O parecer, de extrema clareza, encerra artigo em que o conceituado jurista Ives Gandra da Silva Martins analisa recentes manifestações de alguns setores que, a pretexto da democratização da informação, voltam a insistir no controle da imprensa. E, mais uma vez, invocam o argumento da concentração de capital nos segmentos de jornais e emissoras de TV.
    – PSIU, Ô DA CENSURA-DEUS-QUE-ME-LIVRE, TU ANDASTES ABUSANDO DA LIBERDADE ADQUIRIDA?
    – QUEM, EU? E LÁ TENHO EU POSSES PRA ABUSAR DE ALGUMA COISA? HOJE MANÉ ME FONOU, DIZENDO SER DA OPERADORA DE CARTÃO DE CRÉDITO, PRA CONFIRMAR COMPRA SEQUESTRO CLASSE A FEITA EM MEU NOME NAS AMERICANAS, MANJA?
    – E AÍ? DIÁLOGO CENSURADO? CRAVASTES UM ATÉ LOGO, O SERASA CHEGOU PRIMEIRO?
    – HAHAHA... SERASA CHEGA PRIMEIRO QUANDO A EMPRESA SE CHAMA VIVO, MEIO MORTA-VIVO, MAS VIVO TRAMBICANDO ASSINANTE COM O GOLPE DO CHIP LESADO, PORÉM NOT DEAD YET, ISTOÉ, NÃO CANCELADO E ETERNAMENTE COBRADO, SEJA PELO NOVO, SEJA PELO NÚMERO ALTERADO...
    – E A GALERA DO CARTÃO AVISA? É PÁREO PRA ANVISA?
    – FIGURA, ESCUTA A BOSSA: MEU CARTÃO? QUAL DELES? CARA, QUE MOSSAD, POIS NÃO É QUE MEU NOME TÁ CERTINHO, MAS NÃO TENHO CRÉDITO NEM PRA COMPRAR NO ARMARINHO?
    – HAHAHA... E O CARA?
    – IA RIR, MAS DESLIGOU NA BUCHA, CARA. TU ACHAS QUE DÁ PRA JORNALISTA BEBER E ATENDER AO TELEFONE, SEM SABER SE DO OUTRO LADO O BABADO É COM O BERLUSCONI?
    – LIQUIDASTES NA LATA?
    – NO GANCHO, PRO PRÓXIMO TOQUE, POIS SE JOGO MUITA CONVERSA FORA, QUEM CUIDA DESSE MALOTE?
    – SE FOSSE CASO DE VIDA OU MORTE?
    – RESPOSTA EMBUTIDA NA PERGUNTA, MEU CARO PSIU! À VIDA O QUE É DA VIDA; À MORTE O QUE É DA MORTE...
    – NEM SCHOPENHAUER EXPLICITARIA MELHOR, MY DARLING.
    – POIS ENTÃO, CHOPP É CHOPP EM QUALQUER LÍNGUA, EMBORA PAREÇA DESLIZAR MAIS SUAVE EM LÍNGUA DE ALEMÃO. TENTA APORTUGUEZAR MELHOR QUE ISSO, SEM ESCORREGAR NOS TEUS TO MATES, QUE EU QUERO VER SE TU CONSEGUES.
    – TONTA, TU SABES QUE MEU VOCABULÁRIO NÃO DÁ PRA TANTO!
    – EU SABIA! E COMO SEMPRE DIGO, QUEM PODE MAIS DORME MENOS.

    Quando se discute a imposição de limites à liberdade de imprensa, é sempre bom ter na memória o risco embutido nessa questão essencial para o pleno exercício da democracia. A história recente do País mostra o que acontece quando detentores do poder de tendência autoritária e avessos ao contraditório assumem o controle da mídia. Sem imprensa livre, cortaram-se os canais para a circulação de informação e impediu-se que chegassem ao conhecimento da sociedade fatos de fundamental importância, entre os quais violações de direitos humanos, planos mirabolantes de desenvolvimento econômico e outros desmandos praticados nos porões do poder público. Aliás, esse cenário repete-se, sem exceção, na história de todas as ditaduras que, entre as primeiras medidas adotadas ao assumir o poder, inclui o cerceamento da liberdade de imprensa.
    (...) Ver matéria
  • A VITÓRIA E A REPUTAÇÃO: O CONTO DE DUAS AVES NO CARNAVAL BRASILEIRO / Marketing02/03/2015 09:35 É impossível para um profissional de comunicação ou marketing ignorar a repercussão da vitória da Beija Flor no Carnaval carioca. O que era para ser uma ação corriqueira – patrocinar uma escola de samba em troca de figurar em seu enredo – tornou-se uma crise que está respingando até em terceiros. A construtora Odebrecht, por exemplo, precisou divulgar nota negando que tenha patrocinado a escola. O que deu errado?
    O CALVÁRIO DA BEIJA FLOR NAS REDES SOCIAIS – ASSIM COMO O CALVÁRIO DO BRASIL NA MÍDIA INTERNACIONAL E O CALVÁRIO DAS POLÍTICAS SOCIAIS SOB GOVERNOS POPULISTAS – NÃO NEGA NEM AO RELINCHAR DE MULAS, NEM AO SILÊNCIO DOS HIATOS: THE ZUEIRA NEVER ENDS
    Basicamente, o timing da ação: em meados da segunda década do século XXI, já não dá para ignorar questões como quem financia ou o que está por trás do tema escolhido. Com as redes sociais consolidando-se como canais de transmissão de informações e a pulverização das fontes de dados e análises, torna-se praticamente impossível a grandes marcas (ou a marcas em processo de grande visibilidade, como uma escola de samba do grupo especial na época do Carnaval) esconderem o jogo. E quando o jogo está fora do espírito do tempo, a dissonância logo vem à tona. Ver matéria
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