Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comQuem nunca foi vítima de uma fofoca? Embora simpática aos ouvidos, essa palavra é capaz de causar enormes dores de cabeça. Em Fofoca – Essa simpática palavra e suas conseqüências imprevisíveis, Cacau Hygino retrata com bom humor suas origens, meios de utilização para o bem e para o mal, o modo como ela transformou a vida das celebridades em fast-food e, ainda, como os “fofoqueiros” conseguiram fazer dessa uma atividade central num mercado que movimenta bilhões de dólares no mundo inteiro. Depoimentos de famosos como Bibi Ferreira, Marília Pêra e Heloísa Périssé enriquecem o texto, também complementado com a opinião registrada do outro lado da moeda: os jornalistas.
O livro será lançado no dia 22 de outubro, no salão Jean Yves, em Ipanema, no Rio de Janeiro, pela Espassum Editora.
Neste vídeo, Cacau Hygino é entrevistado por Jô Soares,
no Programa do Jô, exibido pela Rede Globo. É só clicar
para assistir e rir.
Longe de ser uma invenção contemporânea, a fofoca já era usada em tempos remotos para confundir o inimigo no campo de batalha, tendo também, é claro, seus fins políticos.
Na Roma Antiga, por exemplo, servia de pretexto para denegrir e eliminar adversários de forma resoluta. Era assim que Júlio César se livrava de senadores que não o apoiavam.
Outra estrategista renomada, a czarina Catarina II, da Rússia, foi difamada por conta de uma suposta relação nem um pouco convencional com um cavalo. Pasmem! Antes disso, porém, ela cavalgou como ninguém pelas veredas das fofocas palacianas.
O tempo passou, a comunicação entre as pessoas ganhou alcance, velocidade, menos ou mais glamour, dependendo do ponto de vista, e, magistralmente, ele, Federico Fellini, sintetizou a união sacerdotal da fofoca entre imagem e texto no filme La dolce vita, por meio do qual batizou o fotógrafo que fica à caça de celebridades em situações nem sempre elegantes, dando o nome de Paparazzo a um dos seus célebres personagens.
Hoje, o paparazzo não somente é peça central numa indústria que movimenta rios de dinheiro, como também incorporou o terror de personalidades que não querem expor sua vida publicamente. Paradoxalmente, também é ele – é ele sim – a “tábua de salvação” em momentos aflitivos, nos quais as celebridades temem deixar de ser célebres sob o impacto negativo da mídia, isto é, do silêncio capaz de entorpecer e até pôr fim a uma carreira promissora antes que o interessado usufrua o sucesso primaveril, em razão de um outono antecipado.
Em Fofoca – Essa simpática palavra e suas conseqüências imprevisíveis, obra que marca a entrada da Espassum no mercado editorial, também podemos aprender lições sobre a rapidez com que um mexerico surge num lugar qualquer e se espalha quase que instantaneamente por todos os cantos, ganhando uma dimensão extraordinária.
Tênue e frágil, a linha que separa a verdade da mentira é sintetizada, no livro, pelo depoimento do saudoso ator Luiz Carlos Tourinho: “Testemunho ocular de quem não estava lá”.
Cacau Hygino é ator por formação. Começou a estudar teatro aos 13 anos de idade e, em 1992, profissionalizou-se. Paralelamente à carreira artística, enveredou pela literatura. Em 2005, lançou o livro Mulheres fora de cena. No ano seguinte, escreveu Virna: no suor e na luta – A trajetória de uma guerreira, biografia da ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei. Em 2007, publicou Nós e nossos vães, no qual conta histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por causa do mais popular dos animais de estimação.
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Informações encaminhadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Gisele Centenaro.
Experiência no ramoCacau Hygino é ator por formação. Começou a estudar teatro aos 13 anos de idade e, em 1992, profissionalizou-se. Paralelamente à carreira artística, enveredou pela literatura. Em 2005, lançou o livro Mulheres fora de cena. No ano seguinte, escreveu Virna: no suor e na luta – A trajetória de uma guerreira, biografia da ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei. Em 2007, publicou Nós e nossos vães, no qual conta histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por causa do mais popular dos animais de estimação. Na foto acima, Hygino é entrevistado no Programa do Jô, exibido pela Rede Globo, cujo vídeo pode ser assistido aqui.