Portal da Propaganda www.portaldapropaganda.comA Agnelo Pacheco Comunicação criou para a OAB São Paulo, a toque de caixa, uma campanha superoportuna contra a tortura. “É impossível apagar as marcas da tortura”, afirmam as mensagens, com toda propriedade, como bem sabem psicólogos, psicanalistas, psiquiatras e o deveriam saber toda a classe médica, bem como a sociedade em geral, fundamentalmente os familiares e amigos próximos das pessoas que foram vítimas de maus tratos, seja de caráter moral, físico ou uma receita mal dosada de ambas as modalidades, infelizmente cada vez mais em voga, embora as civilizações estejam aparentemente muito mais avançadas sob todos os aspectos da vida privada e pública.
Mas e daí, não é mesmo, se cada vez mais os membros integrantes das civilizações mais avançadas dos tempos atuais se sentem seres mais independentes e individualistas, pouco interessados, sinceramente, na verdade alheia, além daquilo que lhes toca nas trocas fúteis e superficiais das conexões globais a alcance de qualquer dedinho neste universo das mídias interativas? Eis porque o propósito da campanha é enfatizar o fato de que os crimes de tortura e maus tratos deixam marcas inesquecíveis e irreparáveis nos seres humanos. Marcas que fazem sofrer quem as carrega, obviamente. Todavia, também um fardo para quem convive com esses seres humanos marcados pela dor, visto que é no dia a dia que as sombras dos torturadores continuam se manifestando, a qualquer hora, a qualquer momento, gerando instabilidades que também são influências negativas para o mundo mais justo que tantos dizem almejar.
E dizem com palavras bonitas e sábias, há séculos e séculos, amén, o que não poupou Jesus Cristo de uma cruz pela qual e na qual foi torturado exatamente porque combatia, desde então, entre outros “antigos males”, o tão propalado bullying de nossos dias. Palavras...
Como o mundo ocidental se acostumou com a versão histórica de que Cristo nasceu para morrer na cruz após ser submetido, em sua masculinidade, a uma das mais terríveis humilhações das quais se tem conhecimento na história da humanidade, porque assim seria necessário para que ressuscitasse ao lado de Deus-Pai – como se ele não o fosse capaz de fazê-lo se seus semelhantes não se comportassem como animais enfurecidos diante de sua Luz –, talvez seja por isso que as mudanças continuem sendo lentas nos planos individuais e coletivos quando em foco estão o desenvolvimento do intelecto em harmonia com o amadurecimento emocional e espiritual, valendo-me do primeiro termo sob as premissas das camadas dos corpos psicológicos e do segundo sob o enlevo da inspiração artística, onde são ainda mais livres os mergulhos nas ondas dos inconscientes. Talvez seja por isso que crueldade e pão continuem sendo consumo banal de indivíduos em todos os cantos deste Planeta, cuja orgia alimentar não impediu que Jesus aqui chegasse e daqui se afastasse espalhando amor. Ainda que sob tortura. Tortura insana.
Veiculada em spot de rádio, banner na internet e cartaz, a campanha da OAB também visa estimular a denúncia de qualquer tipo de tortura, prática que configura crime inafiançável, ainda muito comum no Brasil. “O resultado final da campanha expressa os traumas e as lembranças que esta prática de violência provoca para o resto da vida”, afirma Agnelo Pacheco, em nota à imprensa.
Este trabalho vem se somar a outras campanhas da OAB SP, voltadas diretamente para a defesa da sociedade civil, dentre elas as mensagens para extinção de todo tipo de violência à mulher, ao idoso, ao meio-ambiente, ao trote estúpido, à pedofilia etc.
Sobre a Agnelo Pacheco
Criada em 1985 por publicitário de mesmo nome, a Agnelo Pacheco acumulou, nestes 25 anos, rica experiência ao atender centenas de clientes em diversas áreas: financeira, telefonia, educação, saúde, turismo, home care, entretenimento, eletrodomésticos, automobilística, varejo, moda, entre outras.
Desde 2006, vem sendo eleita uma das agências The Hot Tops em âmbito nacional pela revista About, portanto, é considerada uma das 50 melhores agências cuja atuação atinge todo o território brasileiro.
Em 2009, mesmo com o reflexo da crise na economia mundial, a Agnelo Pacheco teve um crescimento em seu faturamento de 78%, uma grande performance, dado que o mercado publicitário encolheu nesse mesmo período. A vitória se deve essencialmente à forte integração do trabalho da agência com todos os seus clientes.
Lembranças de apelo ao perdãoVeiculada em spot de rádio, banner na internet e cartaz, a campanha da OAB também visa estimular a denúncia de qualquer tipo de tortura, prática que configura crime inafiançável, ainda muito comum no Brasil. “O resultado final da campanha expressa os traumas e as lembranças que esta prática de violência provoca para o resto da vida”, afirma Agnelo Pacheco.