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19/02/2008 16:37

Coca-Cola lança a "Fábrica da felicidade" com superprodução em animação

Karan Novas

A Coca-Cola já começou a investir parte do R$ 1,5 bilhão previsto pela companhia em 2008 para o mercado brasileiro. Uma fatia do valor idealiza o lançamento da segunda etapa da campanha “Fábrica da felicidade”, lançada globalmente no final de 2006 – e no País no início de 2007 – com o filme de mesmo título, criado pela Wieden + Kennedy, primeiro do conceito “Viva o lado Coca-Cola da vida” e que rendeu à agência um Leão de Prata no Festival de Cannes 2007.

Coca-Cola - Wieden + Kennedy - Psyop - Human

A continuação tem como peça principal um comercial em animação de 3’30’’, produzido pela Psyop com trilha da Human, ambas de Nova Iorque. A superprodução, que dá continuidade à primeira versão, tem como principal conflito o misterioso mau funcionamento da máquina de refrigerantes, ficando a cargo de um simpático personagem do mundo de Coca-Cola a solução do problema. Durante os minutos do filme, o operário enfrenta diversas dificuldades, como tempestades de neve e a dúvida sobre o que fazer, até descobrir que um simples arroto, após tomar a última gota de refrigerante produzida, poderia retomar o bom funcionamento do equipamento.

O filme, considerado por Jonathan Mildenhall, vice-presidente global de comunicação da Coca-Cola Company, como “uma das campanhas de maior destaque atualmente no mundo”, recebeu literalmente um tratamento de campeão de bilheteria, contando com trailers de 30 segundos como teaser e cartazes em sala de cinema, como os de um longa-metragem prestes a estrear na telona. “Estudamos profundamente a indústria de Hollywood antes de lançarmos o comercial. Nos Estados Unidos, a peça teve uma repercussão mais ligada ao entretenimento que à propaganda em si”, completa Mildenhall.



No Brasil, o filme – que estréia em 3 de março nos canais Globosat, em TV por assinatura; e durante a Tela quente, da Rede Globo – foi adaptado pela McCann Erickson, que também será responsável pela criação de outros materiais baseados na “Fábrica de felicidade”. “Toda a comunicação gira em torno do filme de animação desenvolvido pela holandesa Wieden + Kennedy. Porém, muitas ações e peças serão criadas localmente, mesmo que baseadas no comercial”, confirma Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola Brasil.

Entre as ações que reforçam a campanha estão embalagens temáticas, material de merchandising em cinemas, promoções especiais para lojas de conveniência e mídia exterior – essa a cargo da Plus Media –, compreendendo front-lights, outdoors com apliques móveis e personalização de pontos de ônibus e da frota de entregas da companhia.



As ações on-line ficaram por conta da Gringo.nu, que reformará o www.cocacola.com.br com motivos da campanha e desenvolverá promoções como o recrutamento de internautas que queiram trabalhar na “Fábrica da felicidade” no lugar de algum de seus personagens. Também faz parte da campanha interativa banners em diversos portais brasileiros e ações no MSN Messenger.

Ficha técnica

Agência: Wieden + Kennedy
Produtora do filme: Psyop
Produtora de som: Human

Adaptação no Brasil

Agência: McCann Erickson
Direção de criação: Adriana Cury, Luiz Nogueira e Zil Ribas
Redação: Marco Ferreira
Direção de arte: Paulo Salgueiro
Atendimento: Gabriella Guerra, Tatiana Guigues e João Barbosa
Planejamento: Kiko Tortorelli e Karina Prati
RTV: Carlos Paz e Ricardo Gaida Produtora: É Produções Cinematográfica
Direção de cena: Maurício Salles
Pós-produção: Casablanca
Produtora de som: Mr Vox
Aprovação pelo cliente: Luciana Feres e Tina Adnet

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Nas telinhas e telonasO filme, considerado por Jonathan Mildenhall, vice-presidente global de comunicação da Coca-Cola Company, como “uma das campanhas de maior destaque atualmente no mundo”, recebeu literalmente um tratamento de campeão de bilheteria, contando com trailers de 30 segundos como teaser e cartazes em sala de cinema, como os de um longa-metragem prestes a estrear na telona. “Estudamos profundamente a indústria de Hollywood antes de lançarmos o comercial. Nos Estados Unidos, a peça teve uma repercussão mais ligada ao entretenimento que à propaganda em si”, completa Mildenhall. Na foto, Midenhall e Ricardo Fort

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