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10/04/2014 15:54UM ANO COM O PAPA FRANCISCONo ano passado, em 13 de março de 2013, o cardeal Jorge Mario Bergoglio foi eleito o novo Papa, assumindo o nome de Francisco. Ele substituiu o antigo Papa Bento XVI, que renunciou em 28 de fevereiro de 2013, em meio a uma crise financeira e moral no seio do Vaticano. Na época foi muito comentado que um dos motivos da sua renúncia estava relacionado às ameaças recebidas da cúpula do Vaticano e, com sua renúncia, ele desarmou o grupo contrário. O Papa Francisco, desde o início, começou a romper com as antigas tradições da Santa Sé, se recusando a morar no isolado palácio do Vaticano e indo para a residência de Santa Marta, um verdadeiro hotel dentro do Vaticano. Ao longo deste primeiro ano de papado, Francisco deu início a uma profunda reforma contra a pompa, ritualismo e ostentação da Igreja Católica Romana, além de mexer em assuntos nunca antes questionados, como uma aproximação com o Islã.
O QUE NOS ESCANDALIZA NOS DIAS DE HOJE? UMA MONALISA SER ROUBADA, DESTRUÍDA, CORROMPIDA? UMA CRIANÇA SER TRAFICADA, TRAFICANTE, DROGADA? UM PAPA DIZER ADEUS, UM PAPA NÃO DIZER NADA, UM PAPA DIZER AMÉM? ESCÂNDALO SÓ É ESCÂNDALO QUANDO NOS CONVÉM? EXISTE CÉU E INFERNO PARA QUEM NELES NÃO CRÊ, NEM NUM DEUS? EXISTE VISÃO PARA QUEM NÃO VÊ?
Recentemente fez um apelo para não permanecermos indiferentes diante das guerras que assolam nosso mundo. Recordou que, na antiga história bíblica, todos ficaram escandalizados quando Caim matou seu irmão Abel, mas, hoje, nos acostumamos com milhões de mortes entre irmãos. Pediu para pensarmos nos dois lados de uma guerra: nas crianças nos campos de refugiados e nas festas e vida confortável dos fabricantes e comerciantes de armas. Ele conclui sua meditação sobre a paz com uma invocação para não aceitarmos mais as notícias de guerras. Também disse ao mundo que todos os engajados em boas ações merecem o céu e vão desfrutar da salvação, independente de sua religião ou mesmo se creem em Deus.
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10/04/2014 15:29DEMISSÃO COLETIVA – DIGNIDADE E RESPEITO COM OS QUE SAEM E COM OS QUE FICAMEm um mercado globalizado, repleto de incertezas e de surpresas desagradáveis, qualquer organização poderá ser impelida a ter que decidir sobre um processo de demissão coletiva, envolvendo parte de seu contingente administrativo e operacional, sob pena de colocar em risco a continuidade de seu negócio. Esse pode ser um dos piores momentos na vida de uma empresa.

 Atualmente, a Justiça do Trabalho tem atuado com severidade nestes casos que ficaram conhecidos como “demissão em massa”, determinando que as empresas negociem com os sindicatos da categoria, caso contrário uma reintegração coletiva pode ser decretada.


É POR ISSO QUE A MÁXIMA POPULAR "AGORA É TARDE", QUE VIROU TÍTULO DE ATRAÇÃO TELEVISIVA, NÃO CAI DE MODA NUNCA E FAZ PENSAR COM MAIS "AGILIDADE" QUEM ESCAPA DA TRAGÉDIA POR UM FIO. OU DEMISSÃO COLETIVA, NUMA ECONOMIA COMO A BRASILEIRA, NÃO É TRAGÉDIA? MELHOR DEIXAR PRA PENSAR NISSO DEPOIS? DEPOIS QUE O CALDO RUSSO ENGROSSAR ESQUENTANDO A GUERRA FRIA? WELL, SEI NÃO, SERÁ QUE NÃO É AGORA QUE JÁ É TARDE?
A decisão da empresa deve considerar outras variáveis igualmente importantes: abrir mão de anos de investimento na capacitação de dezenas, centenas ou até milhares de colaboradores; a interrupção abrupta da segurança e da fonte de renda dos colaboradores atingidos, impactando as suas vidas pessoais, profissionais e familiares; e outra igualmente importante, a insegurança daqueles que permanecerão nos seus empregos.

 A demissão coletiva, apesar de sua complexidade e impactos, é uma alternativa viável, pois produz resultados concretos e imediatos, enquanto que outras podem requerer tempo e investimentos adicionais, muitas vezes indisponíveis na ocasião.
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