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Comunicação

09/05/2013 16:29GREY141 COMBATE A DESNUTRIÇÃO INFANTIL EM CAMPANHA DA FUNDAÇÃO AÇÃO CRIANÇAA Grey141 criou uma campanha para a Fundação Ação Criança, com o objetivo de angariar fundos para projetos em prol do combate à desnutrição infantil de crianças de 0 a 7 anos. A campanha reforça a mensagem de que a maior diversão de uma criança com fome é justamente comer e informa como as pessoas podem contribuir com doações para a instituição. Uma das peças teve como inspiração o Mr. Potato, da Hasbro brinquedos, também cliente da Grey141, a qual cedeu os direitos do uso de imagem do personagem, contribuindo com a causa.
VOCÊ FAZ O CARDÁPIO, CORRE ATRÁS E OS BAIXINHOS CORREM NA FRENTE OU PRO LADO CONTRÁRIO? VOCÊ ROE AS UNHAS E ELES MANTÊM OS DENTES CERRADOS PRO SEU MENU SARADO? E DE TANTOS OLHARES TORTOS, O LEITE DERRAMOU? JÁ PENSOU QUE PODERIA ESTAR FERMENTADO, ADULTERADO...? E O FEIJÃO TAMBÉM? POIS É, SEU ADULTO QUE NÃO ENTENDE NENÉM, TODO BIFE, FRANGO E PEIXE BENSUNTADO NO OVO E NA FARINHA TÊM SUA HORA QUANDO A PANELA CAI NO FOGO SEM PASSEIO E SEM DEMORA!
Criada há 17 anos, a Fundação Ação Criança é uma entidade brasileira sem fim lucrativo, que atende mais de 2 mil crianças carentes de 0 a 7 anos em creches e abrigos conveniados, combatendo a desnutrição, por meio da mudança de hábitos alimentares e aproveitamento total dos alimentos. Um de seus projetos objetiva promover a formação de profissionais na área da alimentação e saúde das entidades conveniadas, através da elaboração de cardápios adequados à faixa etária das crianças atendidas, assim como a correta higiene e manipulação dos alimentos.
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17/05/2013 18:37AGORA NÃO SÃO SOMENTE AS PAREDES QUE TÊM OUVIDOS ENIGMÁTICOS E ESTRATÉGICOS NA ABAPO presidente e CEO da rede de agências Publicis, Orlando Marques, assumiu a presidência nacional da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) após almoço que reuniu mais de 200 convidados, entre agências, entidades do setor e veículos, realizado em São Paulo. Em seu discurso, Marques ressaltou: “É nossa a luta pela liberdade de expressão comercial, que é filha da liberdade de expressão e, portanto, um dos alicerces da democracia. […] É nossa a luta contra a gana de alguns políticos em subjugar os veículos, submetendo-os aos favores da mídia governamental. Uma luta que é de todos nós, pois veículos fracos não ajudam a construir marcas fortes nem criam condições para o florescimento da criatividade e do talento”.


SABER OUVIR E BEM REFLETIR ANTES DE FALAR PONDERADAMENTE, SEM DEIXAR, QUANDO PRECISO, DE SER INCISIVO PARA PODER AGIR COM TRANQUILDADE E PERSPICÁCIA É UM DOS ESPETACULARES TRAÇOS DO PERFIL PROFISSIONAL DO NOVO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE
Sobre seus planos à frente da entidade, Orlando Marques afirmou, em suas primeiras palavras como presidente da entidade, que responderá por uma gestão de continuidade, bem como pelo rejuvenescimento da Abap, em busca da participação de executivos mais jovens. “O Comitê de Continuidade e Implementação das teses do V Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, realizado há um ano, será comandado por Márcio Santoro, da Africa. Além dele, Lana Pinheiro, da DM9DDB, vai ajudará no Comitê de Sustentabilidade, enquanto Gal Barradas estará focada na área digital, colaborando com o trabalho de Santoro”, informou.
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06/05/2013 15:24DEMOCRACIA E COMUNICAÇÃOO marco regulatório existe para pautar o funcionamento dos setores nos quais os agentes privados prestam serviços de utilidade pública, estabelecendo assim condições para a defesa dos direitos do cidadão e o controle das empresas concessionárias. Áreas estratégicas como transporte, petróleo, energia e telefonia seguem essas normas. No entanto, o importante setor de comunicação ainda não tem seu marco regulatório. A legislação atual é extremamente obsoleta, dispersa e confusa, composta de várias leis que não dialogam uma com as outras, causando um cenário de ausência de regulação. Muitas delas surgiram nos anos 60, como o Código Brasileiro de Radiodifusão, que rege o rádio e a TV. Não é preciso nem dizer o quanto as diretrizes estão desatualizadas nesse campo. A legislação arcaica e defasada também deixa um vácuo grande na regulamentação das novas tendências midiáticas, fruto das abundantes inovações tecnológicas dos últimos anos, como o advento da internet, das redes sociais e do universo digital.


A MAIORIA DOS BRASILEIROS VÊ A CIRCULAÇÃO LIVRE DE IDEIAS COMO UM BEM INDIVIDUAL E COLETIVO? MINORIAS BRASILEIRAS QUE ATUAM EM ÁREAS DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA A NAÇÃO VEEM A CIRCULAÇÃO LIVRE DE IDEIAS COMO UM BEM PARA POUCOS OU PARA TODOS? CIRCULAÇÃO LIVRE DE IDEIAS É O IR E VIR SEM CENSURA DE MENTIRAS, DE VERDADES, DE TUDO UM POUCO? O QUE É MELHOR, NOS DIAS DE HOJE, PARA O CIDADÃO BRASILEIRO DO POVO, PARA EMPRESÁRIOS, PARA POLÍTICOS, PARA COMUNICADORES: CALAR E SORRIR, MENTIR E SORRIR, DIZER A VERDADE E COLETAR INIMIZADES?    
As leis vigentes beneficiam apenas as poucas empresas que se favorecem da concentração do setor, impedindo, muitas vezes, a circulação livre de ideias, pontos de vista contrários e, por conseguinte, o pleno exercício da democracia. Nesses casos, não bastam apenas combater e denunciar as ações de censura ou atos contrários à liberdade de expressão, mas propiciar meios para que todos os cidadãos tenham condições para exercê-la. Por isso, a urgência da elaboração de um marco regulatório que consiga abarcar a nova realidade da comunicação brasileira.


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