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02/02/2012 01:57A TV POR ASSINATURA ESTÁ MAIS GATA DO QUE NUNCA PARA O PÚBLICO BRASILEIROO MídiaFatos 2011/2012 já está chegando às mãos dos profissionais de agências e executivos de empresas anunciantes, reafirmando as boas novas do meio TV por assinatura no Brasil, que em outubro do ano passado já atingia a marca de 12,2 milhões de domicílios cativos (marca já atualizada para mais de 12,7 milhões) – cerca de 40 milhões de telespectadores (agora já são mais de 42 milhões) –, com previsão de elevar esse número para 20 milhões até 2015. Em paralelo, o meio abocanhou, de acordo com dados de outubro de 2011 do Projeto Inter-Meios, 4,13% do bolo publicitário brasileiro, atingindo o segundo maior crescimento dentre todas as demais opções de mídia, 17,47%, desempenho não tão robusto como o da campeã em evolução (22,23%), a internet, com 5% de participação, atrás, no ranking, da líder absoluta TV aberta (63,25%), do meio jornal (12,9%) e das revistas (7,5%).
PAY PER VIEW, PAYING TO HAVE, PAY PER VIEW, PAYING TO BE HAPPY, PAY PER VIEW, PAYING FOR WILL, PAYING FOR THE WILL, PAY PER VIEW, FOR LOVE THE GOOD NEWS… PAYING THE NEWS AS IF THE NEWS WERE THE MEAL!
Como se sabe, não apenas porque a classe C tem se sobressaído nos quadros de evolução de renda no Brasil nas duas últimas décadas, mas também porque os cidadãos que compõem essa faixa da população nunca esconderam sua paixão e desejo por esse meio, é no seio dessa galera que a TV por assinatura tem apresentado seu maior crescimento de penetração. Em 2011 não foi diferente: 50% a mais de penetração, o que significa 18% do total de telespectadores atingidos. O privilégio tem mão dupla, visto que contribui para o aumento do faturamento das operadoras também na mesa de negociações com anunciantes. No total, elas faturaram no último exercício R$11,2 bilhões, sendo que os canais, conjuntamente, venderam, no mesmo período, a soma de R$1,2 bilhão em publicidade, cifra que representa 10% de crescimento sobre 2010 – mais de 1,24 milhão de inserções de comerciais e ações de merchandising, contabilizadas somente no primeiro semestre de 2011, conduziram a esse resultado.
Na foto, Fred Müller (Globosat) e Rafael Davini (Turner), ambos do Comitê de Marketing Publicitário da ABTA.
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01/02/2012 00:06DESCULPEM-NOS OS SOVINAS, MAS HÁ CONTEXTOS NOS QUAIS O MODELO É FUNDAMENTAL NA FOTO PUBLICITÁRIAHá alguns tipos ou estilos de fotos para campanhas publicitárias, sejam elas para jornais, revistas ou internet, que definitivamente necessitam da figura de um ou mais modelos que ofereçam ao trabalho uma humanização, pois ela, com certeza, gerará maior e melhor resultado. Em alguns casos, em produtos como carros, cosméticos, roupas ou moda, a presença do consumidor na forma de um modelo é mais que eficiente para atingir o público alvo, entretanto, no geral, há também o entrosamento idealizado com os objetivos propostos: o quê se espera, como e qual o resultado almejado em cada produção fotográfica?
COM FLASH OU SEM ELE, TEM DE TER AQUELA PEGADA, CELEBRIDADE, SEM FAZER CARA NEM DE MOFADA, NEM DE ALCOOLIZADA, NEM DE... ENFADADA, SENÃO, PEGA É MUITO MAL COM A MOÇADA, E COM OS MODELOS QUE FICARAM SÓ NAS DORES DE COTOVELOS
Existem casos de briefing em que apenas o produto se mostra suficiente. Contudo, quando a produção necessita da presença dos modelos, além dos diversos cuidados a serem tomados com a técnica, iluminação, fundo, entre outros fatores, é necessário produzir a figura de quem ilustrará a foto. Tudo tem de ser pensando com antecedência – o figurino, a maquiagem, as mãos que devem ter unhas bem cuidadas ou pintadas, tudo vai depender do que se pretende. [...] Algumas campanhas, como de moda, por exemplo, são ilustradas, em certas ocasiões, por atores, jogadores ou celebridades que não possuem aquela “pegada” ideal para fotografia. Neste caso, é preciso buscar no personagem seu melhor perfil e induzi-lo a ficar muito à vontade durante a sessão de fotos, para que ele não transmita, por meio da própria imagem, aquele ar de desconforto, antipatia ou até falsidade.
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