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16/01/2015 02:33TOUT EST PARDONNÉ? AFINAL SÃO 8, SÃO 80 OU FOI POR NÃO SABERMOS A RESPOSTA QUE FICAMOS COM 300?Entre um tiroteio e outro, David Cameron chega a Washington com tapete vermelho de boas-vindas estendido, como pontua a reportagem do The Independent, para falar com o presidente Obama, mas os canais de notícia da TV norte-americana ainda estão mais pra cartoon e pras corridas de caça aos terroristas pela Europa e adjacências.

 Não que o primeiro-ministro britânico não tenha se esforçado pra virar notícia nestes tumultuados dias, nos quais até Fidel Castro “tentou” falecer mais uma vez pra ganhar capa sem muito sucesso – pra não escrever nenhum. O que ele anda fazendo, além de sair na comissão de frente da ala dos estadistas da éduquée et sensibilisée école française “Je suis Charlie”? Cameron ameaça banir o WhatsApp e outros brinquedinhos parecidos do Reino Unido se os agentes do serviço secreto britânico, o MI6, aquele para o qual trabalham todos os 007 espalhados pelo mundo, continuarem sem acesso às mensagens dos seus utilizadores, inclusive as minhas e as suas, leitores. Não sei o que o presidente Obama pensa sobre isso, todavia, Sir, com todo respeito, eu acho um absurdo. Sim, acho um absurdo eu não ter o gostinho excitante de supor, em minhas fantasias, que estou sendo espionada por um James Bond com a categoria de Daniel Craig, seja o nome da operação Skyfalt ou Husetfalt. É mesmo lamentável que, assim como eu, mulheres, principalmente na nossa faixa de idade, sejam, desse modo, grosseiramente discriminadas em meio aos cativantes joguinhos das redes sociais da atualidade. Tem de banir do Reino Unido, mesmo, e substituir rapidamente por outras ferramentas de comunicação mais “abertas”, mais “democráticas”, digamos, além de mais serviçais na caça ao comunismo, digo, ao terrorismo.


– ARE YOU KIDDING?
– NO. THE SENSO OF HUMOR IS REAL VERY HIGH IN ALL THE PLANET AT THE MOMENT. A BIG BUSINESS. SOLD OUT.
– OH, MY GOD!
– YES! ABSOLUTELY REAL. EVERYBODY IS GOD. ME TOO. BUT FOR YOU, WE HAVE ONLY 300 INVITATIONS.
– INVITATIONS? WHAT ARE YOU TALKING ABOUT? WHERE ARE OUR MAGAZINES?

– ABOUT MAGAZINES?

– ARE YOU CRAZY MAN?
– YOU KNOW... WELL, UNBELIEVABLE: THE FRENCH MAGAZINES AND THE INVITATIONS ARE THE SAME PERSON. ONE AND TWO IN THE THIRD, UNDERSTAND? THIS'S THE KEY. YOU BUY AND FAST YOU WIN THE FORGIVENESS.
– WHAT A HELL IS IT?
– NO TERRORISM IN YOUR HOME IF YOU ARE... CHARLIE. BECAUSE CHARLIE DEAD NOW IS MAOMÉ AND MAOMÉ IS GOD. AND JE SUIS CHARLIE. DID YOU GET IT?
– JESUS CRIST!!! YES!!! WE NEED EIGHT MILLIONS MORE ONLY EM NY, MAN.

Perguntar ao Fidel Castro o que ele acha de tudo isso? Hahaha.... O velhinho virou os 88 do título deste artigo, sempre na corda bamba sem saber se ia de 8 ou 80, e desde que suas pernas não aguentam mais não apenas o peso dos seus próprios ossos, mas também o de todos os ossos dos mortos pelo sonho utópico de Cuba, passou a ser patrocinado pela Adidas, repararam? O cara despiu o uniforme e vestiu o abrigo da Adidas sem dar satisfação pra ninguém. Dizer mais o que? É posar para as fotos e se alguém se mancar e perguntar alguma coisa a respeito, resposta dada: “Es tut mir leid”.

 Entre um parágrafo e outro, passaram por aqui, nos Estados Unidos, somente 300 exemplares da edição histórica da Charlie, sob protesto da imprensa local, claro, e no meu cérebro, digamos, passaram algumas respostas da CIA esclarecendo porque não estamos em combate contra um suposto “radicalismo islâmico”.
(...)

12/01/2015 02:46IMPRENSA LAMENTA AUSÊNCIA DE MICHELLE EM ROLEZÃO PARISIENSEFalem mal, falem bem dela, se a luta continua, a força da televisão não se esgota, menos ainda a qualidade do trabalho da imprensa internacional em reportagens e coberturas de eventos de repercussão mundial. Aterrisse em New York, sintonize a CNN ou a Fox News e tente discordar. Sem ironias, ok?

 Um “push, push, push”, claro, sempre ajuda pra esquentar o noticiário. Aliás, tem até um comercial com este mote por aqui, no momento, com veiculação avassaladora. Mas, verdade seja dita: depois que o pato caiu na rede, morto ou vivo, nada sobre a vida dele – passada e presente, com hipóteses traçadas sob análises para o futuro – ficará fora da mira da imprensa focada neste artigo.


JE SUIS LE CHAGRIN À LA PLACE DE LA CATHARSIS. ÇA C'EST POSSIBLE?
A paciência dos repórteres e apresentadores, acompanhados de suas chefias, obviamente, parece infinita. Ainda muito mais tenazes do que a promessa de ser esperançoso do brasileiro em mensagens de propaganda institucional, estes senhores e senhoras da imprensa norte-americana, ao se posicionarem globalmente diante de uma tragédia em curso ou ainda para acontecer, não desistem nunca, no acima ou no abaixo do zero, sejam quantos forem os algarismos. E quando mais um “frame”, um “pedaço” da tragédia ocorre diante dos seus olhos pregados na tela do televisor, vem aquela confusão de sentimentos provocada no telespectador pela surpresa da realidade maligna retratada associada à sua incredibilidade de ter concretizada diante de si aquela crença de longas horas dos jornalistas de que uma situação que já estava muito ruim e sendo muito mal conduzida por autoridades locais poderia, sim, transformar-se em algo ainda pior – quase muito, muito pior ainda, pois poderíamos ter tido imagens ao vivo de crianças sendo brutalmente mortas por balas de armas ou até pisoteadas.


Enfin, presos três dos terroristas dados até o momento como mentores e responsáveis pelos últimos atentados parisienses e mesmo sem a prisão de uma suspeita envolvida no comando da operação que levou aos assassinatos de franceses e franceses-judeus, se Paris é uma festa, como revela magistralmente Hemingway, tous les Parisiens sont Charlie, segundo eles mesmos, sendo que, dada a emoção do momento, melhor não contrariar nenhum “desses milhões” deles em praça pública nesta hora, seja qual for o tamanho deste nonsense, pois, sabemos, desde a invenção do teatro grego, que a catarse é um santo remédio para aplacar a dor de feridas que demoram para cicatrizar. Mais uma vez aqui cabem elogios à sabedoria da imprensa norte-americana.
(...)

08/01/2015 15:25SLOGAN OBSOLETODepois de dois slogans cujo foco era a inclusão – “Brasil: um país de todos” e “País rico é país sem pobreza” – o governo federal parece ter mudado seu posicionamento de comunicação enfocando a educação. Com o slogan “Brasil: pátria educadora”, a presidente da República parece querer investir mais solidamente na educação.


JESUS, JE NE SUIS PAS JEAN CHARLES MENEZES, JE NE SUIS PAS CHARLIE HEBDO, JE SUIS PERSONNE, JE PENSE. MAIS, SI VOUS PLAÎT, POUVOIR VOUS DIRE À MOI QUI JE SERAI DEMAIN? SANS RIRE, PLEASE... MERCI!!!
O objetivo aqui não é discutir política ou apontar inconsistências entre os atos da presidente e seu discurso. Os meios de comunicação – internet, revistas, jornais – fervilham com análises, na maioria negativas, das escolhas ministeriais do novo mandato e da improcedência do novo slogan. Nosso ponto de vista recai, pois, na técnica de comunicação, em especial na construção de slogans, uma ferramenta essencial e da maior importância na comunicação das empresas e das nações.

 Vamos, portanto, entender o que significa um slogan. Slogan, em gaélico ancestral, significa “o grito de guerra de um clã”. Era usado pelos líderes das tribos para estimulá-los antes das batalhas. Com o passar do tempo, o slogan se converteu em palavra de ordem – que podem ser vistos até hoje nas manifestações e passeatas como o clássico “o povo unido, jamais será vencido”. Esse era o slogan de primeira geração que em seguida passou a ocupar espaço de destaque nos antigos cartazes e anúncios. Com intuito político ou como reafirmação das marcas, os slogans ancestrais carregavam consigo a ideia de “grito de guerra”. Depois da segunda grande guerra, com a expansão do capitalismo industrial e global os slogans mudaram de função, passaram a ter a responsabilidade por apresentar as empresas aos novos consumidores, daí ideias como “se é Bayer, é bom” ou “pense forte, pense Ford” que investiam na apresentação e qualificação das empresas.
(...)

05/01/2015 20:53O TEMPORA! O MORES!A expressão reforma política aparece no glossário da grande maioria dos políticos brasileiros quase sempre em duas circunstâncias: ou é desculpa para deixar tudo como está ou é uma daquelas promessas de campanha eleitoral a ser esquecida assim que se desmontarem os palanques. Mas na percepção da sociedade a história muda de figura, como evidenciaram as grandes manifestações que tomaram as ruas em junho de 2013 e como confirmaram várias pesquisas de opinião que colocam na rabeira dos rankings de credibilidade os políticos e o Congresso Nacional.

 Os mais otimistas chegaram até a acreditar que esses sinais alertariam os mandatários para que, pelo menos, começassem a costurar, efetivamente, a reforma política – aliás, uma reivindicação recorrente de organizações civis preocupadas com as fissuras que o descrédito nas instituições públicas pode provocar na consolidação do estado democrático de direito. Reivindicação essa endossada por 61% dos brasileiros que apoiam as campanhas pela reforma política, segundo pesquisa do Ibope e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


– ATÉ TU, CÍCERO?
– E NÃO É QUE ESTOU CITADO? MAS NÃO GOSTO DE COMIDA JAPONESA, NÃO SENHORA. PORTANTO, DISSO NÃO MORRO...
– HAHAHA...... TU ÉS MANÉ, HOMEM. O TEMPORA E O MORES SÃO OUTROS COMO É OUTRO TAMBÉM O CÍCERO CITADO. SAI DE FININHO, RAPAZ.
– AH! TÁ EXPLICADO. ENTÃO FUI...
– VAI COM DEUS. LEMBRANÇAS PRA FAMÍLIA. E EM TEMPO, FELIZ ANO NOVO. ENFIN: ATÉ TU, CÍCERO?
– E NÃO É QUE ESTOU CITADO? MAS NADA TENHO A DIZER SOBRE BRUTUS, O DÉCIMO, E SUA TRAIÇÃO. MENOS AINDA SOBRE O TAL REFERENDO RELATIVO AO DÍZIMO DE UMA CERTA REPÚBLICA FEDERATIVA BRASILEIRA, MRS.
– PENSANDO MELHOR, MELHOR DEIXAR PRA FALAR DAS NOSSAS FANTASIAS POLÍTICAS PRA DEPOIS DO CARNAVAL. DEFU, LIBERA OS CÍCEROS DESTE CIRCO PORQUE Ô TEMPORAL! CORRE PRA FUGIR DA CHUVA E DA INUNDAÇÃO, OU MORRES!!!

Em 2014, a confiança nas instituições melhorou alguns pontos, porém esse alento deverá durar pouco. O recrudescimento de graves denúncias de corrupção, o abandono das promessas de campanha e o embate entre os quadros traçados pelos candidatos e realidade bem menos rósea quase certamente causarão impacto negativo na percepção da população. Além disso, o que se vê nesta transição de mandatos denota que os recados de junho de 2013 parecem já ter caído no esquecimento. Desde o palavreado chulo e agressões frequentes nas declarações até a troca de apoio no Congresso por liberação de verbas ou por cargos, vem a público uma série de fatos que só contribuem para aumentar a desmoralização da classe política perante o eleitorado. Com isso, os bons e os maus representantes do povo acabam jogados na mesma vala comum, numa avaliação injusta, pois desconsidera as exceções.


(...)

25/12/2014 00:43PACTO PELA COMPETÊNCIA: O BRASIL DE AMANHÃ É O TRABALHO REALIZADO HOJEJornalistas sabem o significado além da pauta: não deixe para amanhã aquilo que você poderia – e deveria – ter escrito ontem. Em tempos de redes sociais, então, nem se fale... Em tempos de noticiários sem jornalistas, ou jornalistas sem diplomas, nossa, nem se fale mais ainda. Ver a hora passar enquanto o texto, o comunicado, a reportagem fica para trás na balada do jornalista que pensa ser capaz de, nessa travessia, recuperar o tempo que foi perdido com outras tarefas, seja voluntária ou involuntariamente, é o mesmo que chorar pelo leite derramado. Não somente porque o que esse cara tinha para dizer já poderá ter sido dito e “redito” ao infinito, mas também porque, para falar a verdade, mesmo, na atualidade, a maioria dos leitores, ouvintes, telespectadores, receptores de veículos de imprensa está “cagando e andando” pra valer diante do grande volume de “coisas” que flutua por aí sob o formato de noticiário.
– DEFU, MAIS UMA CHANCE.
– CONTIGO?
– HAHAHA... MAIS UMA CHANCE PRA TU NASCERES DE NOVO, CARA. DESTA VEZ, SEJA FELIZ!
– ATÉ PARECE. TU NÃO SACAS? NASCER DE NOVO TODO MUNDO NASCE. O DIABO DO FIM DA HISTÓRIA É QUE ELE NÃO MUDA NUNCA.
– NÃO MUDA PORQUE TU NÃO QUERES QUE MUDE. SE EM VEZ DE DAR A CÉSAR SOMENTE O QUE É DE CÉSAR, TU DERES A ELE TAMBÉM UNS CORRETIVOS E PUNITIVOS PELO SANGUE DERRAMADO BY IMPOSTOS EXAGERADOS, TALVEZ BARRABÁS CONTINUE A MEDITAR NO XADREZ.
– QUEM ME DERA, MINHA LINDA, SER CAMPEÃO DE VOTOS. MAS ANTES QUE CAÍSSEM OS IMPOSTOS, JÁ ESTARIA EU NA MANSÃO DOS MORTOS NÃO TIVESSE EM MÃOS, COMO BARRABÁS, AS ARMAS PARA DISTRIBUIÇÃO QUE FAZEM O POVO DA FORÇA DO AMOR DUVIDAR.
– POIS ENTÃO NEM BEM NASCESTES E JÁ ESCOLHESTES, DE NOVO, O CAMINHO DA CRUZ? NÍVEL SEM SAÍDA NO VIDEOGAME DA VERDADE DA VIDA?
– DEPENDE DA PLATAFORMA, TU O SABES, MAS, PARA TODOS OS EFEITOS, COMO PAREÇO SER, MAS NÃO SOU, O PROTAGONISTA DA HISTÓRIA, É PRECISO TER JUÍZO PARA ENTENDER O SEU FINAL, REESCRITO, A CADA NOVO CICLO, PELA LEI DOS POVOS.
– NADA MUDA?
– MUDA O NADA PARA QUE HAJA SEMPRE UM RECOMEÇO E COM ELE A ESPERANÇA DE UM ELEITO NÃO PARA A CRUZ, MAS PARA A IMORTALIDADE NA LUZ.

O povo está errado? (Vamos chamar de povo, poeticamente, o conjunto de indivíduos atingidos pelo trabalho da imprensa em qualquer lugar do mundo.) Andar, todo mundo tem de andar. Cagar, todo mundo tem de cagar. Levar a imprensa a sério, dar crédito para jornalistas, refletir sobre fatos em notícias... exato, nem todo mundo tem de levar, tem de dar, tem de refletir, tem de fazer qualquer coisa que não queira fazer. Mas por que o povo não quereria fazer um pacto com a imprensa para melhor refletir a própria realidade? Por que a voz do povo é, por onipresença e onipotência, a voz de Deus, dispensando-se, portanto, as vozes que não comungam nas ideias dos seus povoados?
 Ora, vá lá que o povo unido jamais será vencido, mas nenhum povo é assim tão tolo – para não escrever estúpido – de acreditar que, quando fala, é Deus quem fala, aquele que também parece estar “cagando e andando” para a imprensa, principalmente no Brasil. Nessa reza, quais seriam, afinal, os verdadeiros motivos da atual falta de atração – eu diria mútua – entre o povo e a imprensa?

(...)

09/12/2014 22:07A TRANSFORMAÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO PELA MULHERDurante muitas gerações, tudo o que se esperava de uma mulher era que ela ficasse em casa e cuidasse do lar. Trabalhar fora era sinal de extrema pobreza e condição inaceitável aos olhos da família. Ao longo da história, a transformação desse ideal corresponde a uma das principais evoluções da sociedade moderna.

 Dos anos 70 para cá, a diferença é gritante, as mulheres ganharam força e poder econômico, tornaram-se responsáveis por transformações culturais e mercadológicas, desempenhando as mais diversas atividades profissionais e diluindo o preconceito.


SE HÁ LUTA NOS BASTIDORES E NÃO APENAS NOS CAMPOS DE BATALHA, A VITÓRIA É DOBRADA OU, AO CONTRÁRIO, POR ENCARNAR A DIVISÃO DE LADOS, A VITÓRIA SE CONCRETIZA MINIMIZADA? QUANTAS MULHERES BRASILEIRAS TÊM CONDIÇÕES DE RESPONDER ESTA QUESTÃO? QUANTOS HOMENS BRASILEIROS TÊM INTERESSE NELA, NESTA QUESTÃO, E NA VITÓRIA FEMININA TANTO NOS BASTIDORES COMO NOS CAMPOS DE BATALHA?
Mas, o que aconteceu no decorrer dessa longa e sofrida história para que se operasse tal transformação? A conquista do mercado de trabalho representou para a mulher um extenso percurso de suor e vitórias, e a evolução histórica de suas profissões e atividades talvez possa esclarecer melhor os bastidores dessa luta.
(...)

09/12/2014 21:21É MOMENTO DE REFLETIR SOBRE NOSSAS ESCOLHAS“O tempo é a única riqueza que é distribuída igualmente por todos os homens.”
Saint-John Perse


Certa vez uma mulher saiu para um passeio e enquanto caminhava pela floresta carregando seu filho no colo, se preocupou ao notar que não se lembrava mais do caminho de volta. Além disso, a fome e a sede já incomodavam bastante. Neste instante, ela se deparou com uma caverna mágica de onde saía uma voz que dizia: “Entre, seja bem-vinda! Esta caverna é mágica, aqui dentro há maravilhas. Tudo que há de bom neste mundo pode-se encontrar aqui”. A mulher ficou interessada e, adentrando na caverna, ficou boquiaberta com tantas coisas que viu e perguntou: “Posso pegar tudo o que eu quiser”? E escutou a resposta que dizia: “Sim, você pode pegar o que conseguir levar para fora da caverna, mas preste atenção: você só terá cinco minutos. Ao findar esse tempo, a porta fechará e nunca mais abrirá”.
SE O VERDADEIRO SUCESSO É SER FELIZ, COMO DEVEMOS PROCEDER DIANTE DE UM SER HUMANO PARA QUEM A FELICIDADE SE RESTRINGE AO ACÚMULO INDIVIDUAL – E EGOCÊNTRICO – DE RIQUEZAS E PODER? COMO PROCEDER DIANTE DO SER QUE, PARA SER FELIZ, TEM DE PRESENCIAR A INFELICIDADE DE MUITOS? SE O VERDADEIRO SUCESSO DAS NAÇÕES É ELAS SEREM FORMADAS POR POR POVOS FELIZES, COMO PROCEDER DIANTE DE UM POVO PARA O QUAL A FELICIDADE É A RIQUEZA E A ESTABILIDADE ECONÔMICA CONQUISTADAS PELA SUBJUGAÇÃO DE COMUNIDADES INTEIRAS? SE O VERDADEIRO SUCESSO É SER FELIZ, COMO, QUANDO E ONDE DEVEMOS PROCURAR PELO VERDADEIRO CONCEITO DE FELICIDADE?
É evidente que precisamos trabalhar, ultrapassar as metas, superar desafios e promover nosso crescimento profissional, mas não devemos perder o foco e esquecer as pessoas que amamos. É necessário termos em mente o tempo que reservamos ao que é, de fato, importante para nós e buscarmos continuamente o equilíbrio. Afinal, a virtude está no caminho do meio e o verdadeiro sucesso é ser feliz.
(...)

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